3 de março de 2011

E se o bebê engasgar?

Um dos meus medos maternos é o engasgo, talvez, essa foi à coisa que mais temi desde que a Ana Clara nasceu. Na semana do nascimento dela, eu nem dormia observando ela respirar, ficava horas vendo ela dormir e sempre colocava ela para arrotar religiosamente com medo que ela engasgasse.

Quando ela tinha uns 2 meses eu fui dar remédio e ela engasgou, eu simplesmente entrei em pânico!Ela ficou molinha, roxa e sem fazer nenhum movimento.

Gritei e minha mãe veio me ajudar, só deu tempo de eu dar a Ana Clara no colo dela e tudo ficou preto, quase desmaiei e me culpei demais por não ter conseguido sequer prestar um socorro á minha filha.

Na consulta mensal com o pediatra, perguntei como proceder nesses casos, ele me ensinou e partir daí, sempre a Ana Clara engasgou eu consegui ajudá-la.Óbvio que nenhuma das vezes foi tão sério como da primeira vez, porém, hoje eu sei bem como prestar um primeiro socorro se isso acontecer novamente.

Muitas pessoas acham que tem que levantar o bebê, assoprar o rostinho. Isso é errado, pois ao levantar o bebê o “corpo estranho” que estiver nas vias aéreas pode parar no pulmão e piorar as coisas. Hoje, resolvi passar o que aprendi para outras mamães e futuras mamães, mesmo que eu não consiga passar uma coisa tão técnica, tenho certeza que ajudarei.

Bebês com menos de 1 ano 

Deite o bebê de bruços em seu antebraço, apoiando o tórax e a cabeça do bebê em sua mão, mantendo-a mais baixa que o corpo. Com a palma da outra mão, dê várias pancadinhas firmes em suas costas. Seja extremamente cuidadosa ao tentar remover qualquer coisa da boca de um bebê para não empurrá-la ainda mais para dentro da garganta. Só coloque o dedo em sua boca se estiver vendo o objeto.

Crianças de 1 a 8 anos 

Peça para a criança tossir para remover o corpo estranho. Se não adiantar, sente-se e deite a criança de bruços em seu colo. Usando a palma da mão, dê pancadas secas em suas costas, na área entre as clavículas. Cuidado para não usar força demais, cada palmada deve ser dada com energia suficiente para remover a obstrução das vias aéreas. 

Crianças com mais de 9 anos 

Coloque seus braços ao redor da criança em pé, de costas para você, pressionando sua mão fechada contra a cintura dela. Com a outra mão, empurre com força sua mão fechada para dentro e para cima do tórax. A força do puxão deve partir de seus cotovelos. Dessa maneira você estará comprimindo a parte de cima do abdômen contra a parte de baixo dos pulmões para expulsar o ar restante que existe dentro deles, forçando a saída do objeto obstrutor. Verifique a boca da criança e, se o objeto for expelido, remova-o.

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(Trecho retirado de: http://www.alobebe.com.br/site/revista/reportagem.asp?Texto=314)

Abaixo segue um vídeo muito bom ensinando como agir em situação de engasgos em bebês, não custa nada assistir!

 

Um beijo,

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www.faeclarinha.blogspot.com

2 de março de 2011

Esquentando os tamborins

106336948Getty Images 

E aí, galera? Preparados para o carnaval? Por aqui, Matheus está ansioso pelo Grito do Carnaval da escola e claro que Felipe também irá, fantasiado, buscá-lo na saída. Fotos obrigatórias!!! E por falar em fotos...

TDM-Carnaval 

Estão lembradas do nosso concurso? Então aproveitem as festinhas da escola, do bairro, fantasie seus pequenos, fotografem muitoooooo e mande pra gente!!

E que tal uma inspiraçãozinha?

Nossos pequenos fantasiados

 

E agora, com vocês, um desfile dos pequenos que já estão participando do concurso:

 

Viram que fofuras? E onde estão os menininhos? Mandem suas fotos até o dia 18/03, hein!!

Bom Carnaval tanto pra quem curte, quanto pra quem viaja!

bianca copy

1 de março de 2011

F.O.T.O.G.R.A.F.I.A - Nós recomendamos!

Conheci a Lisiane a alguns anos atrás através do Scrapbook Digital, fizemos até um blog juntas. Ficamos amigas, depois ficamos grávidas praticamente na mesma época e a Maternidade nos juntou mais uma vez! Agora quero falar do trabalho dela como fotógrafa!


Lisiane é uma fotógrafa apaixonada pelo que faz. Trabalha com famílias: casais, gestantes, crianças, bebês, etc…  e também com eventos: festas infantis, especificamente. O segundo foco do trabalho dela são os convites e lembranças, Fotolivros e Fotopresentes.


 


 

A FOTÓGRAFA - AMO fotografar pessoas em sua naturalidade, AMO registrar momentos que por um segundo nunca mais existirão, somente na imagem capturada por mim, e isso durará para semprepor várias gerações. Trabalho com ensaios ao ar livre tirando o melhor proveito da luz natural, tendo como resultado final sorrisos sinceros e momentos descontraídos.


Fique a vontade para visitar meu BLOG (http://lisianemellegarifotografias..wordpress.com) e minha LOJA VIRTUAL (http://www.elo7.com.br/lisianemellegari/) onde envio meus produtos para todo o Brasil


Consórcio Fotográfico: Pague em até 6x antes da data do evento. Para mais detalhes mande um e-mail solicitando seu orçamento para a festa colocando como observação que você deseja o consórcio.


Não esqueça: Ao solicitar orçamento, algumas informações são realmente necessárias como nome do aniversariante, idade, data, local e horário da festa.


(49)84144883 / 88328719
MSN lisifotografa@hotmail.com
BLOG lisianemellegarifotografias.wordpress.com
LOJA http://www.elo7.com.br/lisianemellegari/


 

KEKA copy

Artigo: Doença do Refluxo Gastroesofágico

Doença do refluxo gastroesofágico: Como diagnosticar?



Refluxo gastroesofágico (RGE) é a passagem do conteúdo do estômago para o esôfago, com ou sem regurgitação e vômitos. RGE é um processo fisiológico que ocorre várias vezes ao dia em bebês saudáveis, crianças e adultos. A maioria de episódios de RGE em indivíduos saudáveis,  duram menos que 3 minutos, ocorrem no período após a alimentação e causam poucos ou nenhum sintoma.  A apresentação típica do RGE fisiológico são regurgitações desvinculadas de dor, irritabilidade ou esforço, sem prejudicar o ganho de peso ou crescimento. Comum entre crianças menores de 1 ano, recebem a denominação de “Regurgitador Feliz” e não necessitam de tratamento ou investigação com exames.


Já a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) está presente quando o refluxo causa sintomas incômodos e/ou complicações. As regurgitações são frequentes e estão associadas a sinais de alerta como: dificuldade de crescimento, dificuldade para engolir, anemia, sintomas respiratórios frequentes, sangramento digestivo, dentre outros. O desafio para o médico é distinguir as regurgitações e vômitos, causados pela DRGE, de vômitos causados por outros transtornos: infecções, doenças metabólicas, alergia alimentar, malformação do trato digestivo, doenças neurológicas e respiratórias.


Alguns exames podem ser utilizados para confirmação diagnóstica e definição do tratamento adequado.


O exame contrastado de esôfago, estômago e duodeno não é utilizado para diagnóstico de refluxo, mas auxilia o médico a descartar a possibilidade de malformações do esôfago que podem ocasionar vômitos recorrentes e dificuldade para engolir.


A cintilografia para pesquisa de refluxo não é recomendada como exame rotineiro para avaliação de DRGE. Ela avalia o número de vezes que o conteúdo do estômago volta para o esôfago num período curto, logo após a alimentação. Pode demonstrar apenas a ocorrência de RGE fisiológico e tem a sua avaliação prejudicada em crianças que se movimentam durante a sua realização. Está indicada para avaliação do tempo de esvaziamento do estômago ou pesquisa de aspiração pulmonar em pacientes com sintomas respiratórios.


A ultrassonografia não é um exame recomendado para avaliação de DRGE pois avalia o retorno do alimento ao esôfago num curto período sem distinguir as características de acidez desse conteúdo.


A endoscopia digestiva alta com biópsia deve ser indicada em pacientes com suspeita de esofagite e para diagnóstico diferencial com outros processos inflamatórios da mucosa. Já em pacientes que apresentam apenas sintomas respiratórios, ela não confirma nem afasta a possibilidade de DRGE ser a causa dos sintomas. É indicado em situações específicas por tratar-se de um exame mais invasivo e realizado sob anestesia em crianças.


Em pacientes com sintomas de dor, tosse inexplicada ou outros sintomas respiratórios de causa desconhecida o exame de escolha é a phmetria esofágica de 24h. Exame de fácil realização, não exige sedação ou internação hospitalar. A criança permanece monitorizada por uma pequeno aparelho durante 24 horas que avalia a frequência dos episódios de refluxo ácido ao longo de todo o dia, a duração desses episódios, a relação entre o episódio de refluxo e a ocorrência do sintoma, os períodos mais críticos (enquanto a criança está deitada ou após alimentação, por exemplo) e pode auxiliar na avaliação do efeito do tratamento . A DRGE deve ser diagnosticada adequadamente e o seu tratamento instituído, por um período adequado, pelo gastroenterologista pediátrico.




Dra. Daniela Góis Meneses


CRM 3196


Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Sergipe. Residência Médica em Pediatria Geral, Gastroenterologia e Hepatologia pediátrica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Mestre em Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professora Assistente da disciplina Pediatria da Universidade Federal de Sergipe. Realiza consultas em Gastroenterologia e Hepatologia pediátrica e exames de phmetria esofágica de 24 horas. Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 2131, sala 504, Centro Médico Jardins, Aracaju-SE. Tel.: (79)3042-4757.


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Esta postagem é meramente explicativa e trata-se de um artigo publicado pela própria pediatra que autorizou a publicação em nosso blog. Não será permitida perguntas relacionadas ao assunto por não tratar-se de uma consulta. Qualquer dúvida, entrar em contato com o gastropediatra de sua confiança ou no site da Sociedade Brasileira de Pediatria.


Até a próxima,



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