29 de junho de 2011

Resultado AMIGO INVISÍVEL

Olá!!! Hoje recebi minha régua do pessoal do AMIGO INVISIVEL e pessoal tenho que dizer: é linda!
E o capricho do pacote então? Vocês não tem noção!!!! Recebemos frases muito legais e realizei o sorteio tchantchantchan….
O comentário vencedor foi o de número 9, contabilizei 23 comentários pois o comentário da Bianca não vale porque ela não postou frase!
 
(Tivemos um problema com a imagem do sorteio portanto postamos sem o print da tela tá?) 
 
 
Aqui você aprende a aplicar os adesivos!
 
 
Jana, envie um email para sorteios@testdrivemami.com com seu endereço!
 
Aproveite e visitem a loja! Tem muitosa produtos lindos!!!

Resultado MAM O que eu mais gosto!

doqueeumaisgosto

 

Recentemente lançamos um sorteio do nosso parceiro e tivemos 90 participações para o sorteio da MAM e a ganhadora foi: PRISCILA POLLATO que se inscreveu em 16/06/2011 14:18:47 e postou a frase:

“O que eu mais gosto é da chupeta porque o It brinca e brinca e não se cansa de brincar e por consequencia ele coça as gengivas e com isso diminui a dor dos dentinhos nascendo sem contar que o bico da chupeta é otimooooooo obrigado pepetinha da MAM!”

 

Priscila, envie um email para testdrivecontact@gmail.com com seu endereço para que a MAM lhe envie os prêmios! Você irá ganhar um Trainer, Cooler e Pod .

(Tivemos problemas com a mudança de servidor e não temos a imagem do sorteio)

Parabéns!!!!!

26 de junho de 2011

8 e 80 - O bebê que eu não vou ter...

Pensando na idéia da minha postagem anterior, tomei uma decisão: Vou ter um outro bebê...

E aí vocês vão perguntar... Ora essa, mas o seu caçula já tem 5 anos, isso faz sentido?

Do ponto de vista da idéia de ter filhos com idades próximas não, mas o que pensei foi aliviar a mocinha... porque um bebê em casa, muito provavelmente chamaria a atenção do pequeno, e sendo uma diferença não tão grande da que ele tem com a irmã, quem sabe, poderia se aproximar mais do caçulinha, que nunca existirá... então... nunca existirá mesmo e eu me decepcionei há pouco tempo com esse balde de água fria que foi descobrir que não posso, ou melhor, não devo ter um bebê agora...

Desde que me dei conta dessa impossibilidade, estou mal... péssima, na verdade... mas esse sentimento está indo embora devagarinho... como quem vai adotando a conformidade no dia-a-dia e confiando no que a força superior à nós mortais, que acredito se chamar Deus, escreve no diário individual de cada um...

Alguns que me acompanham "extra" TDM sabem que passei num concurso público há pouco tempo... e esse era um grande sonho que consegui realizar... o de ter estabilidade empregatícia e trabalhar poucas horas por dia... acontece que toda bonança trás algumas ondinhas maiores... e ter tomado posse em fevereiro desse ano me colocou na condição de "avaliada" pelos próximos três anos... ou seja... até fevereiro de 2014... É claro que engravidar em período de estágio probatório não é razão pra que eu seja demitida ou avaliada negativamente... acontece que a cada licença, meu estágio probatório congela... dessa forma, tendo direito à seis meses de licença maternidade, eu teria prolongado em seis meses o meu período de avaliação... e isso não é bom porque em se tratando de setor público, os governos vão e vem... e você não pode jamais advinhar o que virá... quando se está bom do jeito que está, é preciso aproveitar... e é esse o caso... tenho uma diretoria competente e eficaz a ponto de confiar totalmente que me avaliem... mas quando o governo mudar (e isso acontecerá em breve) não sei como vai ser...

O bebê que eu não vou ter já tinha nome  se fosse menina... se chamaria Maria, ou Mitia, se a minha amiga Mitia Assef não se importasse de emprestar o seu nome pra minha menininha que não virá... se fosse menino ainda não tinha nome... porque eu tinha certeza de que viria menina...

Enfim... esse é um post desabafo, que foge totalmente à idéia de uma coluna para compartilhar experiências da minha maternagem... porque se trata de uma maternagem que não vou poder viver... afinal de contas, engravidar em 2014 é que não faria o menor sentido...

Hoje abri mão da mãe da mocinha... e da mãe do menino, para só chorar a mãe da menininha que não virá e poder sentir essa dor no colinho de cada leitora (e possível leitor) dessa coluna...

Sem mais... aqui jaz Maria Miranda... ou Mitia Miranda... o bebê que eu não vou ter... =0(

21 de junho de 2011

3º Seminário da Revista Crescer

O TestDriveMami não ia ficar fora deste evento direcionado a mães e pais. Eu, Milene @diiirce, estive lá e vou contar para vocês o que tanto se falou sobre Famílias contemporâneas.

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O seminário foi realizado dia 20/6/2011, no Hotel Renaissance, em São Paulo, com a presença de muitas mães conhecidas no Twitter. O evento foi um sucesso não só em sua unidade física, mas também pela internet: além de ter sido transmitido ao vivo, a participação via Twitter de quem estava lá e de quem não pode comparecer, fez do seminário uma grande reflexão sobre tecnologia, educação e as novas famílias. #seminariocrescer

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Rosana Jatobá, mãe de gêmeos, ainda em sua licença-maternidade, foi a mestre de cerimômias. Simpatissíma e linda!

O primeiro bloco contou com a presença de Beth Carmona (psicoterapeuta), Paulo Zulu (surfista, ator, modelo e lindo), Saulo Ribas (diretor do Mundo do Sítio) e Teresa Ruas (especialista em desenvolvimento infantil). Mediados por Marcelo Tas (polêmico apresentador de TV e colunista da Crescer), o grupo falou sobre como a tecnologia e todas as possibilidades da internet estão modificando os hábitos das famílias.

 

Beth Carmona falou do equilíbrio entre a tecnologia e a educação: “As crianças têm muito mais possibilidades hoje. Está tudo a um clique, a um touch.”

Saulo Ribas comentou sobre a influência da tecnologia na vida de sua família: “É possível ter uma relação saudável com a tecnologia”.

Paulo Zulu falou sobre seu estilo de vida mais naturalista e de como ele tenta controlar o uso da internet com os filhos: “Tem que haver equilíbrio entre tecnologia e o real”; “A vida se apresenta fora do virtual”.

Teresa Ruas contou suas experiências com educação, tecnologia e cultura: “A tecnologia é um reflexo da evolução da humanidade.”

Marcelo Tas falou de como os filhos agem mais naturalmente com a tecnologia: “Quem acredita que o celular traz mais segurança para seus filhos?”; “O corpo não está presente, mas a internet permite que se vivencie”.

 

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Com a mediação de Maria Cristina Poli (jornalista), Cao Hamburger (cineasta), Cecília Troiano (psicóloga e autora), Denise Fraga (atriz e colunista da Crescer) e Sandra Annenberg (jornalista) levantaram questões sobre família, trabalho, casa, e como as mães podem lidar com tantos assuntos ao mesmo tempo – sem enlouquecer.

 

Cao Hamburger contou suas experiências de pai: “Se você quer ser um bom pai, aprenda com os índios”; “Culpa, não. Eu sinto frustração.”

Cecília Troiano falou sobre a arte de ser equilibrista que as mães vivenciam: “A mulher quer tudo do jeito dela!”.

Denise Fraga descreveu episódios hilários de sua vida: “O monitoramento da brincadeira das crianças me assusta”; “Não acredita em Deus? Tenha filhos!”, “Para ser boa mãe é preciso afeto, presença e pai-nosso”.

Sandra Annenberg, apesar de sair mais cedo para apresentar o jornal Hoje, falou sobre suas experiências: “A gente sente culpa. Nasceu, vem a culpa”.

Maria Cristina Poli fez reflexões sobre o novo pai e a nova família: “Preenchemos nosso tempo livre com outras tarefas”.

 

O resumo das apresentações e os vídeos, você encontra no site da revista. E uma cobertura bem (ou mal)-humarado do evento você encontra aqui.

Fotos: créditos da Revista Crescer


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