14 de janeiro de 2013

Vídeo patrocinado: OMO em "Hoje eu quero ser"



Esse post é patrocinado pela OMO. Fomos procuradas por uma agência e hoje queremos contar sobre este projeto de vídeos produzidos pela OMO. Uma série de vídeos da OMO encorajam a educação através de experiências feitas por crianças. Cada vídeo aborda uma diferente profissão, a criança diz qual carreira deseja seguir e um especialista da área escolhida por ela explica e mostra o que é interessante em seu trabalho. Dessa forma as crianças são encorajadas a viver e experimentar aquilo que ela deseja fazer no futuro.

 
 

Sabemos que nada melhor do que aprender através de experimentações, a criança aprende muito mais de forma lúdica e divertida. E tem coisa melhor do que se sujar? O Test Drive Mami foi em busca de diversas imagens dos filhos de nossas colunistas fazendo estas experimentações. Não especificamente como o que os vídeos se propõem, mas as imagens dizem por si só!


Se sujar faz parte do desenvolvimento e crescimento da criança. Cada fase será uma "sujeira" diferente. Por aqui, estamos na fase do início das papinhas e o que posso dizer é que suja. Pode parecer piração, mas uns dos meus sonhos quando grávida era tirar uma foto da Clara toda lambuzada de fruta.- Paola Bueno Preusse.

 
 

As crianças devem ter liberdade para comer e se lambuzar, pintar e se sujar. Brincar com terra e areia, rolar no chão e na grama se quiser. Por que, numa boa? Nada que água e sabão não limpe depois! - Raquel Gomes

 
 
 
 

Eu sempre fui uma mãe preocupada com a limpeza das roupas e confesso que nem tinha muito tempo pra cuidar disso, então nunca deixei o Arthur se sujar. Hoje não ligo pois aprendi que o que realmente é aprender se sujando, depois é só lavar! Lembro que um dia dei um brigadeiro na mão dele e ele nem sabia o que fazer! Mas hoje ele sabe! - Mami HardRock Keka 

As gostosas experiências, livres das regras do Mundo adulto, são umas das melhores lembranças da fase infantil. Se sujar faz bem pra alma, pro corpo e pro aprendizado infantil. - Cátia Cunha



Se tem uma coisa que eu levo a sério é a diversão do meu filho. Cores, pinturas, criar. Curto incentivar, investir e participar também, pq ele só vai ser criança uma vez na vida e eu quero aproveitar com tudo que tem direito, inclusive me tornando criança novamente. É uma delícia. - Vanessa Ardisson
 



Incentive suas crianças a brincar lá fora!

Visite o site oficial OMO para descobrir mais sobre como as crianças podem aprender sobre diferentes profissões

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Fotos dos arquivos pessoais das colunistas e de Beta Bernardo Fotografia em Família 






11 de janeiro de 2013

Apresentando a nova turma do TDM

Olá, Mamys!

Vendo a necessidade de ampliar os assuntos - e as experiências de vida - o TDM decidiu aumentar, também, a equipe.

Apresentamos, então, a nova turma de colunistas, que virá aqui falar sobre temas variados e, principalmente, contar suas experiências nesse mundo de testar, testar e testar até dar certo (ou não): a maternidade.




Vou começar por mim, que estou chegando hoje por aqui:



Sou Raquel Gomes, jornalista, fotógrafa e artesã. Faço de tudo um pouco, sempre que tenho um tempo. Sou mãe do Diogo que faz 2 anos dia 28, mas que só terá sua festa em março - por vários motivos. Tenho mania de fazer tudo sozinha, e raramente dou conta.



Teremos a veterana Keka, apaixonada por rock, caveirinhas e joaninhas! Vive online, trabalha fora e é mãe de um reizinho chamado Arthur, de 2 anos e meio. Praticamente um Bombril, ela não consegue se resumir, mas sob pressão funciona (hahaha).


Dra. Patricia Riveros é pediatra, trabalha o dia inteiro e se desdobra para cuidar do grande amor se sua vida, a filha de nove anos - que agora iniciou o dilema do primeiro sutiã, dilema maior para a mãe, que ainda acha que a filha é apenas um bebê!! Ela queria que o dia fosse maior para poder dar conta de trabalho, lição de casa, prova, casa... enfim 24h é pouco para ela!! (e para quem de nós não é?????)


Já Paola Bueno Preusse, nutricionista, mãe de primeira viagem da Clara e blogueira do Maternidade Colorida. Para ela, cada dia é uma cor nessa tal de maternidade, e no momento vive ansiosamente o término da licença maternidade, início do berçário e a introdução dos alimentos.


Tem também a Tatiana Junqueira Blois, mãe da Ellis. Atualmente divide o tempo entre a maternidade, a paixão por seriados, filmes, livros, música e a vida online. Adora tudo que envolva festas. Também é madrasta (boazinha, tá?) de dois meninos, de 9 e 12 anos, que passam os finais de semana, feriados e férias na casa dela. Loucuuuura!!!!



Quem também tá nessa é Consuelo Zurlo, mãe do João Lucas e do Bruno, de 5 e 3 anos. Dois anjos elétricos. Cuida deles sem ajuda com a casa e trabalho (ela vende cosméticos e alimentos), tudo junto e misturado. Eita que essa mulher já acorda com rodinhas nos pés!


E a Vanessa Ardisson, mãe do Enzo, 3 anos? Trabalha, faz faculdade de farmácia e é mai ou pãe. Carioca, apaixonada por futebol, praticamente um moleque... Ela diz que já era mãe de menino antes mesmo de pensar em ser mãe.


Stephany Ibrahim tem 27 anos, sai cedo para trabalhar e leva o Dudu, de 6 meses, que fica no berçário da empresa. Conversam e escutam música juntos, nadam na piscina, brincam e assistem Galinha Pintadinha. Teve experiências muito boas e outras muito ruins de compras, e adora procurar por programas gratuitos ou baratos para fazer com os pequenos.



Michelle Imilio, paulista de São José dos Campos e mineira de coração, mora em Belo Horizonte. Mãe de uma lady e um furacão, Alexia Lara 4 anos e João Frederico 2 anos e meio, trabalha fora como gerente administrativo em um restaurante, faz malabarismo para conciliar casa, trabalho e filhos. Aprende, acerta, erra, chora e ri com essa coisa louca e intensa que é a maternidade. Igual todas nós, né?



Fanny Barbosa, mãe do Natanael, esposa do Alê, descobriu com a maternidade que sua vocação é amar e servir a família. E tem melhor vocação que essa?


Carol, nossa mãe de gêmeos, a Sofia e a Isa e recentemente mãe do Príncipe Gustavo. Carol concilia sua vida de personalização de festas com mãe de uma prole linda e esposa de jogador de futebol.


Hanna ama sua filha Manu e no seu nascimento resolveu escrever um blog que seria uma espécie de diário. O blog cresceu e hoje ela fala de beleza, vida e maternidade. Hoje, faz parte de nossa equipe e divide conosco suas experiências.



Patricia é a nossa mamãe de primeira viagem! Gravidissima, vai nos contar em tempo real as descobertas, medos, alegrias e desconfortos da gravidez hahahaha, fiquem atentas e acompanhem!


Bianca Guimarães, mãe de dois meninos lindos, mãe full time, cuida da casa, do marido, das contas, cria seus próprios móveis (rs), personaliza festas, faz blogs, é pau pra toda obra!


Nossa querida Mitia (in Memoriam), partiu em 18 de abril de 2013 mas continua em nossos corações e em nossa equipe para sempre. 
http://www.testdrivemami.com/2013/04/descanse-em-paz.html


Todas mulheres, mães ou não, casadas ou não, algumas blogueiras de longa data, outras (como eu) abandonaram seus blogs pessoais por preguiça e falta de motivação (ou por excesso de zelo - e abandono de outras atividades). Aos poucos, a gente vai se apresentando, e contando um pouco sobre nossos planos, nossas rotinas, nossos testes - e erros e acertos. Porque é disso que a vida é feita. De tropeços e realinhamentos.

Portanto, está oficialmente aberta a nossa temporada de troca de experiências, vem com a gente vem!



Posso ou não posso?



Esse negócio de "brinquedo de menina" e "brinquedo de menino" deu o que falar nos bastidores do TDM esta semana! Estávamos comentando sobre essa onda de que alguns brinquedos são só de meninas e outros só de meninos, que os brinquedos de meninas normalmente envolvem o cuidar da casa, dos filhos e os afazeres de uma dona de casa. Os de meninos envolvem brincar de salvar o mundo e tudo mais. Tem um post muito bom do Blog Cem Homens sobre este assunto: "Fazer nebulização e trocar fraldas? Nada divertido. mesmo". Sério que vendem bonecas que fazem nebulização? E isso lá  é divertido? Já tentou segurar uma criança pra fazer isso? É praticamente uma luta!

Bom, conversa vai, conversa vem, chegamos ao ponto que incomoda pelo menos a maioria da equipe do TDM: os brinquedos ditos de meninas e os de meninos. Claro que sabemos que não devemos ser categóricas e chatas e não deixar os meninos brincarem de boneca por exemplo. o brincar deve ser livre, a brincadeira deve ser saudável, meu filho adora colocar meus sapatos e andar pela casa, isso não fará dele uma menina. Adoro colocá-lo para me ajudar nos afazeres de casa, tenho uma amiga cujo filho tem várias panelinhas e um mini fogãozinho pra brincar e por quê? Porque o pai cozinha em casa! Ele só está repetindo o que ele vê. Eu morro de vontade de comprar um carrinho de mercado e coisinhas pro filhote brincar mas meu marido acha que isso é coisa de menina, estão vendo? Não quero que o pequeno tenha este tipo de pensamento. E não é culpa do meu marido ser assim, é assim que ele pensa mas cabe a nós mudar isso, pelo menos em relação ao nosso filho.

A Luna, filha da Rose Misceno, por exemplo, adora carrinhos! O marido dela até comprou um carrinho do Batman no Posto de gasolina e o frentista brincou dizendo que ele estava usando a filha como desculpa só pra pegar o brinquedo pra ele quando na verdade ela adora ter carrinhos. E pro cara entender isso? rs.

O que não pode é o extremo, é achar que não posso dar uma princesa pra uma menina e ela viver um conto de fadas porque tudo isso é "enganação da sociedade machista", "as meninas não devem achar que devem procurar um amor para serem felizes", mas gente, é tão bom sonhar! Eu assisti a todos os contos de fadas da Disney e nunca achei que só ia ser feliz se um príncipe encantado aparecesse. Ontem mesmo assisti Valente e foi tão gostoso sair da vida real e me transportar pra um Conto de fadas! Sonhar é tão bom, deixem as crianças serem crianças!



Se seu filho quer brincar de Polly e sua filha de HotWeels, deixe brincar, é o brincar que pe importante na vida da criança! Isso não fazê-los mudar suas preferências sexuais! 

Essa troca não influencia a sexualidade. A psicóloga Maria Luiza explica que meninos não vão assumir o papel das meninas e vice-versa. Eles vão dividir. Ela conta que durante uma viagem percebeu que um grupo de crianças, formado por meninos e meninas com aproximadamente 8 anos, brincava com soldados e barbies. Em um momento, trocaram entre si os bonecos. Os meninos continuaram brincando de luta com as barbies e as meninas continuaram brincando de historinhas. “Para eles é só um brinquedo que pode ser mais legal do que os que eles têm. Se você tem dois ou três filhos, fatalmente eles vão fazer a troca mais cedo do que a criança que é filha única. Para ela, essa experiência vai acontecer na escola. Isso é saudável e os pais devem estar preparados”, afirma.
Quando você estimula seu filho a brincar com vários tipos de brinquedos, dá a ele a chance de desenvolver habilidades que vão ser importantes para o futuro dele, incluindo até a escolha da carreira. Se uma menina se diverte com blocos, ela tem mais chance de conseguir um desempenho melhor se pensar em ser engenheira; se tiver carrinhos, vai desenvolver mais a motricidade e o pensamento espacial e pode ser uma melhor motorista, por exemplo. O menino que brinca com bonecas pode ter mais facilidade para se relacionar com outras pessoas e entender melhor as mulheres – e essa não é a maior queixa feminina? (Revista Crescer)

Então mamães, relaxem e deixem seus filhos brincarem! 

6 de janeiro de 2013

Chegou a hora do berçário...



Porque será que o tempo passa tão rápido?

Vocês já repararam como o dia, semana, mês e ano voam?

Pois é, parece que foi ontem que parei de tomar minha pilula e já faz mais de 165 dias que Clara nasceu.

Acho isso o máximo, ou melhor, acharia mais se eu não precisasse voltar ao trabalho e estivesse tendo palpitações em meu coração e crises de choro todos os dias, principalmente quando vou dormir.

Sim, eu já sabia que isso iria acontecer. Sabia até mesmo antes de engravidar, pois eu trabalho feito louca por pura necessidade de pagar as contas fixas de casa, as contas que não podemos deixar de pagar, pois são as contas da nossa sobrevivência. Não tenho marido rico, não sou de família rica e tudo o que tenho eu tenho porque sempre arregacei as mangas e fui pro batente. 

Teria que ter voltado ao trabalho agora dia 2/1, mas não voltei porque não tive com quem deixá-la e seu berçário só começa dia 8/1, terça feira e há mais de um mês eu já sofro com isso.

Clara é super apegada a mim, mama só no peito, dorme no peito, não a deixo chorar por nada, brinco com ela o dia inteiro, conto histórias pra ela e tudo isso me causa a maior angústia, pois apesar de eu ter escolhido o berçário que mais me passou segurança, eu fico pensando como vão cuidar dela, se ela vai chorar demais, como ela vai se alimentar, se terão paciência com ela.

Coisas de uma mãe de primeira viagem, sabe? Nunca fiquei longe dela, nunca a deixei na casa de ninguém pra ir na esquina, ela sempre estava comigo.

Em relação a alimentação, apesar de eu ter vontade de amamentá-la exclusivamente até os 6 meses, comecei anteontem, a iniciar com as frutas e testar o leite materno no copo de transição, pois eu quero ser a primeira a dar a frutinha dela e ver sua reação, sabem? 
Sei de toda importância da amamentação exclusiva, mas ela já estava com 5 meses e 18 dias e eu queria ter o prazer de iniciar esta nova fase, além de não deixá-la tão ou mais "traumatizada" no berçário com tantas mudanças repentinas.

Além disso, já estou ordenhando meu leite e congelando-o pra estocar e mandar diariamente pro berçário, pois não está nos meus planos parar de amamentá-la e entrar com leite artificial.

Minha sorte é que o berçário é perto de casa, que é perto do meu trabalho e durante meu horário de almoço irei amamentá-la e hoje já pensei em dar o banho dela e fazê-la dormir um pouco. Será que em 40 minutos consigo fazer tudo isso? rsrsrs

Outra coisa que vou fazer pro ambiente ficar mais parecido com o quarto dela é enviar o kit de berço dela pra colocarem no bercinho dela no berçário, pois lá ela terá o berço só dela e sou eu quem tem que levar a roupa de cama. 

Aí gente, eu estou rezando pra ela chegar lá na terça feira, amar, não chorar nem um pouquinho e eu chorar porque vou achar que ela não me ama.
Tudo o que eu quero é que ela não sofra, não pense que eu a abandonei ou sei lá.

Porque que tem que ser assim tão doloroso?
Podia ser mais fácil essa fase pra nós mães e pros bebês.

Bom, como meu Marido diz, eu sofro por antecedência, mas fazer o que? Quem nunca?

Essa semana eu volto aqui e conto como foi nosso primeiro dia de berçário.

E com vocês? Como foi essa fase???

Beijos




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