11 de novembro de 2010

Futuro papai

Olá! Eu sou a Máh do Blog As coisas que vivo... É um prazer mais uma vez escrever por aqui, mas antes uma pequena introdução!

Quando me propus escrever nesse cantinho não sabia muito bem sobre o que iria falar, então como sempre cozinhei muito bem mandei falar para a Keka que gostaria de disponibilizar algumas receitas. Em seguida ela me propôs escrever também sobre os preparativos para engravidar e isso era uma coisa que estava tentando conhecer mais.

Buscando informações sobre essa nova fase da minha vida acabei conhecendo vários blogs que me ensinaram muito, mas quase todos os blogs ou mesmo relatos que eu lia sempre era e continua sendo das futuras mamães foi quando decidi para o post de hoje pedir para meu marido fazer um pequeno texto sobre as expectativas dele sobre ser papai e agora disponibilizo para vocês abaixo.

Espero que gostem e assim como nós mulheres eles também tem angústias com relação a quando isso acontecerá! Por enquanto na nossa vida essa benção ainda não ocorreu então as expectativas crescem a cada dia.

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O que se passa na cabeça de um futuro papai?

Nestes últimos meses me pego sempre pensando “será que dessa vez minha esposa estará grávida?” “Será que neste próximo mês serei papai?”.

Digo que até o momento não ficamos grávidos, fico muito triste e chateado cada vez que, como minha esposa fala “a monstra chegou”, e junto com ela a decepção e tristeza aliada às cólicas que minha mulher sente. Desistir?! Nunca!!!

Muitas vezes não demonstro tristeza ou decepção porque sei que ela também se sente assim. Por isso tento ser o mais forte possível! Insensível?! Não sei... Talvez sim, não quero parecer que não me importo ou que não tenho interesse, apenas quero que ela se sinta segura ao meu lado.

Às vezes, não sei o que fazer! Não sei se devo desmoronar com uma avalanche de neve que vem lá do pico do Everest até embaixo (olha que são mais de 8000 metros de altitude) ou se devo me manter firme, para ela se sentir segura no momento de frustração... e angustia.

Lembro que quando ela parou de tomar o anticoncepcional nos brigamos por que eu não demonstrava interesse em ser papai. Vejam só isso!!!!..., mas na verdade estava com medo, medo de não dar certo, medo de não ser um bom pai, medo de uma coisa que ainda nem havia tentado! Com o passar do tempo pude controlar esse sentimento e hoje só penso em uma coisa: Ser papai! E ser um ótimo marido para minha esposa! Gosto quando saímos e compramos coisinhas para o bebe! Aquelas coisinhas fofinhas que vemos, queremos levar tudo (principalmente os papatos) !!!!!

O fato é que hoje não imagino minha vida sem um bebê!!! Não sei quando teremos o nosso bebê (espero que logo). Sei de uma certeza: tenho a mulher que para mim é perfeita e que quero que ela seja mãe do(s) meu(s) filho(s)!!!!!!
JP




Queridos leitores não se esqueçam que por aqui sempre rolam sorteios então: PARTICIPEM!

Beijos e Abraços e até a próxima!!!

8 de novembro de 2010

Participação Especial: Faça valer os seus direitos!

Hoje a pauta seria minha, Mami Keka, mas resolvi trazer sempre algumas participações especiais. A pauta de hoje é de autoria da queridíssima Michelle Ap. Aguiar que tive o prazer de conhecer aqui em nosso blog. Ela é uma de nossas assíduas leitoras e quis dividir conosco sua história. 

Michelle é dona do blog http://nomundodamel.blogspot.com, é uma mãe dedicada, casada, tem 26 anos e gosta de fazer amizades mesmo que seja no mundo virtual, adora trocar experiências sobre este mundo novo de ser mãe!!!! E hoje ela vem nos contar uma história triste que aconteceu com ela no momento do parto em um  hospital público. Vamos conhecer sua história?
 
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Foto: Mami Keka, Arthur e o papai Ricardo
  

michele
 
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Olá meninas, queria compartilhar com as futuras mamães algo que aconteceu comigo e que eu não gostaria que acontecesse com ninguém.
 
Passei por uma experiência muito ruim no meu parto, no dia em que a Melissa minha filha nasceu, cheguei ao hospital bem antes da cesária marcada, estávamos eu, minha mãe e meu marido no quarto aguardando quando, pela informação da outra mamãe que estava no quarto, porque era quarto coletivo, soube que meu marido seria impedido de entrar comigo no centro cirúrgico. Logo, fiquei sem entender porque minha médica não havia me dito nada, rapidamente perguntei para uma enfermeira se ele poderia entrar, e ela disse com tom de otimismo: é só conversar com sua médica que ela “conversa lá” e autoriza.

Então me tranqüilizei, pensando, tudo estará resolvido!!! 

Mas não foi o que aconteceu, meu parto foi adiantado e minha mãe entrou no quarto com meu marido dizendo: Ele já conversou com a sua médica e realmente não vai poder entrar com você, e assim, a enfermeira já veio me buscar para o parto. 

Eu fiquei super nervosa com aquela situação, meu marido também ficou muito triste, claro que ele não deixou transparecer naquele momento, mas sei que era um momento que ele sonhava também, várias vezes durante minha gravidez ele me contava que ficava só imaginando eu na mesa do centro cirúrgico e a hora que a nossa bebezinha estivesse nascendo que seria muita emoção. 

Esse momento nos foi tirado como se eu estivesse lá para fazer uma cirurgia qualquer sem a menor importância, claro que eu fiquei super nervosa e fui para ter minha filha chorando muiiiito não conseguia me acalmar, aquele momento era único nas nossas vidas,o pai também tem os seus direitos. Bom, o fato é que só depois que minha filha nasceu é que a levaram para meu marido conhecê-la, ele acompanhou todos os procedimentos seguintes ao parto, mas não é a mesma coisa. 

Só depois infelizmente fiquei sabendo que é lei, toda gestante tem o direito de ter um acompanhante no parto e pós parto, este acompanhante pode ser o marido, a mãe ou seja, qualquer pessoa, não precisa nem ser parente, é a lei nº 11.108 de 2005 e uma Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde também obriga os planos de saúde a incluírem a cobertura do acompanhante neste período. 

Não pude ter nenhum acompanhante também durante a noite comigo, a Melissa nasceu por volta de cinco da tarde, foi uma noite difícil porque eu não podia levantar e a minha neném ficou comigo a noite toda, me senti muito insegura. 

Os hospitais também não podem cobrar nenhuma taxa, por isso mamães façam valer seus direitos na hora do parto que é um momento único!!! 

Quero agradecer a mamãe Keka pela oportunidade , grande bjo a todas.


KEKA copy Nós é que agradecemos por sua participação e por seu relato, tenho certeza que muitas mães não conhecem este direito e agora poderão lutar por ele graças à sua pauta! É absurdo um país onde não sei respeita os mínimos direitos das gestantes! Estou preparando uma pauta sobre como a saúde é tratada em outros países, vocês ficarão abismadas em saber que existem países que tratam as gestantes de forma bem pior do que no Brasil, assim como, outros países que tratam as gestantes e recém mamães com muito luxo e tudo de forma gratuita. Mas isso é assunto para outro dia! Obrigada mais uma vez pelo relato e venha sempre!

Caso você queira participar, basta enviar um e-mail para testdrivecontact@gmail.com com o assunto “Pauta” e quem sabe sua matéria não possa ser publicada aqui em nosso blog? Já pensou? Participe!

7 de novembro de 2010

Sobrevivendo na 1° semana

Quando eu estava grávida imaginava ser fácil dar conta de um bebê,mas com o passar dos dias,assim que pus os pés em casa, vi que a coisa seria mais complicada do que eu imaginava.

Ouvia tantas mulheres falando de seus bebês que mamavam e dormiam,não choravam para nada, e me imaginava assim. Mas logo na primeira semana, vi que eu tinha um filho único, que era diferente de todas as estatísticas, livros e experiências alheias, por isso vou contar minha experiência com o Bryan na 1° semana.

Esqueça você: primeiro vem o bebê

Nada de maquiagem,cabelo bonitinho e arrumadinho, fotos e roupas arrumadas.Na primeira semana me vi inchada, com o cabeço bagacento, parecia uma múmia de tão pálida e fugia de todo e qualquer click que tentavam tirar. A verdade é que nos primeiros 7 dias eu estava concentrada em fazer a amamentação funcionar, e não tinha tempo para cuidar de mim,não que isso fosse prioridade,mas eu me sentia mal por exemplo de ir tomar banho lá pelas 2 da madrugada. Mas eu não sentia falta dessas coisas (e ainda não sinto após quase 7 meses).

O mais importante para mim no momento era a adaptação mãe-filho, só depois de 1 mes que voltei novamente a me preocupar em fazer a sobrancelha, pentear o cabelo e essas coisas.

É cólica? tenha paciência.

Logo no 1° dia de vida,Bryan teve uma cólica daquelas. Eu na hora não sabia o que fazer,a não ser oferecer o peito,mas cada vez que oferecia,mais nervoso ele ficava, até as mamães que estavam comigo na enfermaria falarem: deve ser cólica. Começei a massagear a barriguinha, fazer bicicletinha,tudo o que se pode imaginar e nada dele ficar calmo.Pelo contrário ele chorava cada vez mais forte acordando todos os bebês que estavam na enfermaria.Começei a chorar e ficar desesperada junto com ele.Ali começava a primeira de muitas madrugadas de cólica,choro e desespero.

Sempre lia que mulheres que tinham o 2° filho e ficavam calmas e pacientes na hora da cólica,já sabendo o que estava por vir, transmitiam segurança para o bebê e assim eles tinham menor incidência de cólicas. E isso foi comprovado por mim, quanto mais calma eu ficava, mais rápido ele se acalmava,dormia e esquecia a dor por alguns minutos. Paciência é o segredo de tudo.

Descanse o quanto puder:

Quando minha mãe me disse que ter um filho dava sono eu não acreditava nela...rsrs
Mas após dois dias sem dormir no hospital,só tirando cochilinhos de 5 minutos no máximo (pois o Bryan ficou o tempo todo no quarto comigo) ao chegar em casa a 1° coisa que eu queria fazer era tirar uma sonequinha.

Fiquei com medo de deixar o Bryan tão pequeno com Bruno (meu esposo) e ir dormir,me parecia algo irresponsável,mas foi a melhor coisa que eu fiz. Assim que tirei uma soneca de 1 hora,logo começei a produzir leite,que até então não tinha, e fiquei muito mais tranquila para cuidar do Bryan.

Todas as vezes em que o Bryan dormia eu aproveitava para dormir também, assim me sentia bem mais descansada e preparada para cuidar dele.

Até a próxima.
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6 de novembro de 2010

Compras on Line

Voltei gente!!!

Primeiro gostaria de agradecer aos comentários e as participações que tivemos no meu primeiro post, valeu gatas!!!
Hoje vou falar sobre comprinhas on line, meu último vicio.
Logo que a Isadora nasceu eu também me mudei de casa, de bairro e de cidade, ou seja virei tatu né, não saia para nada.
Com bebezinho novo a gente já fica mais em casa mesmo né, morando em um lugar desconhecido, mais em casa ainda, e eu estava enlouquecendo já, não comprava nem um bala, meu marido que trazia tudo quando vinha do trabalho.
Pois bem, comecei a pesquisar na net lojinhas de roupas e acessórios para bebes, e descobri um mundo incrível e destruidor, sim pode destruir casamentos kkkkk.
Eu sempre comprei coisas em sites, mas para mim, para casa, enfim e me joguei como se não houvesse amanhã nessas lojas e comecei a comprar coisas para a Isadora.
Já comprei Bodys, macacões, sapatinhos e até brinquedinhos, e até agora não tive nenhum problema nem com entrega, nem com prazo e nem com produtos.
Todo santo dia eu entro em alguns sites para ver as promoções, sim sou rata de promoção, amo o tipo: "Compre 2 leve 3", claro que não é todo dia que compro, sou assalariada e $$ só pinga 2 vezes por mês por aqui rs.
Como já comentei no outro post, eu amo roupinhas fashion e diferentes, quando vou sair de casa penso: com que roupa ela vai?
Eu? Visto qualquer coisa que me sirva e disfarce a cinta!
Bem tenho clara preferência por conjuntos, até porque os bodys apertam as pernas gordinhas da Isa, e as vezes vaza xixizinho, e é mais fácil trocar só a parte de baixo, e agora que ela esta maiorzinha tenho comprado vestidinhos, aqui estão minhas últimas aquisições:

Para quem como eu gosta de roupas diferentes para os pequenos, indico a Ioio4fun, tem cada roupa linda de viver, e se você gosta de roupas coloridas olha esses bodys da Cocar Baby, puro luxo.
Gosta de roupas legais com preço mais legal ainda, não deixem de visitar a Maison Du Bébé, tem produtos de R$ 10,00 a R$ 25,00 Reais, kits prematuro lindos e bodys de princesas.
Gente a Lu Baby tem uma jardineira Jeans tão linda e mocinha, eu já adquiri uma para a pequena fashionista aqui de casa rs.
Antes do fim (se isso existe kk), queria deixar beeem claro que acho que criança tem que se vestir como criança, por exemplo, acho feio Meninas de mini saia, mostrando a poupancinha, e também não gosto de blusinha tomara que caia, salto alto, batom e maquiagem, mas nem por isso preciso deixar minha filhinha só de macacão néam, por isso gosto dessas lojas de roupas infantis, não perdem a "infância", mas deixam nossas princesas mais lindinhas.
E pra quem é de São Paulo vai acontecer uma feira maravilhosa, que já tive a oportunidade de ir, a Baby Bum


Aproveitem e passem o dia na Vila Madalena, que tem ótimo brechós infantis.

Beijos carinhosos!!


AH!! o sorteio???
Sexta- Feira dia 12/11 volto com o resultado do sorteio



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