Recebi alguns emails me pedindo indicações de lojas que vendem roupinhas para Bebes prematuros, fui pesquisar e confesso que achei bem poucas.
A Isadora nasceu pequena, com 2.560 kilos e 45 cm, as roupas tamanho P ficam dançando, principalmente nas mangas, vejam só
Eu não tinha comprado nenhum macacão RN, pois meu médico disse que ela seria grandinha, devia ter ido lá pedir pra ele comprar depois que ela nasceu rs.
Além do que Recém - Nascidos precisam de roupas com tecido muito macio, confortável e que sejam fáceis de tirar e colocar, e mesmo que seja calor, os pequenos sentem frio, e precisam estar aquecidos sempre.
Minhas dicas de lojas são:
Belly Home
Os macacões são lindos, com detalhes de flor e animais, tecido macio e confortáveis.
Só não gostei muito do fato de não ter o valor das peças, tem que enviar um email e solicitar.
BB Moderno
Eu adoro essa loja, sempre com roupinhas lindas de viver.
As opções para prematuros são poucas, mas como se usa bem pouco esse tamanho, não é necessário comprar muitas peças.
Os macacões são de plush, quentinhos e macios.
Agora o preço achei um pouco salgado viu.
Cegonha Feliz
Essa loja esta nos meus favoritos, sempre acho o que quero por um preço justo.
Tem macacão em malha Suedine, que é super macio, e tem bodys lindinhos.
Agora as saídas de Maternidade são mais difíceis de encontrar, achei apenas essa loja:
Iroma Baby
Gente tem uma saida de linha térmica, vermelha com golinha de poá que é a coisa mais linda desse mundo, e o preço super justo.
Bem é isso, espero que tenham gostado da minha dica de hoje, e se quiserm saber de alguma roupa especifica, ou procuram alguma loja, mandem um email que a gente procura para vocês.
Ah! Dia 27 será nosso sorteio do Conjunto lindo Belittle hein gatinhas!!!
Blog sobre maternidade, festas, decoração, dicas e testes todos relacionados com maternidade e o mundo feminino. Temos dicas de festas, batizados, chá de bebê e muito mais,
25 de novembro de 2010
24 de novembro de 2010
Cólicas - O que eu aprendi
Oi pessoal!
Hoje minha pauta será sobre um assunto que eu PRECISAVA escrever aqui. Precisava, pelo simples fato de eu ter sofrido absurdamente com as cólicas da Ana Clara, minha filha que hoje está com quase 5 meses.
A Clarinha nasceu muito bem, sem complicação nenhuma e assim foi até uns 20 dias. Eu achava que iriamos nos livrar da cólica, até porque a minha filha dormia muito bem, se alimentava bem e raramente chorava.Do nada tudo mudou!De uma hora para outra, choro, irritação, feição de dor, gritinhos, barriguinha distendida e o pior NÃO DORMIA de maneira nenhuma.
Para vocês terem idéia da Sra C-ÓOOOOOlica que a Ana Clara tinha, eu cheguei a ficar 48 horas acordada com ela. Ela não tinha mais expressão nenhuma de felicidade (muito menos eu), levei ela em um otorrino para ver se não era ouvidinho ou garganta e não era nada.Procurei fazer massagens, dar chás, deitar de bruços no meu colo e tudo quase em vão...ela só dormia quando estava esgotada, mas dali 2 horas acordava novamente.
Não aguentava ver a minha pequena naquela situação, na época eu amamentava exclusivamente e na maternidade a nutricionista tinha me garantido que o que a mãe comia não tinha relação com cólicas, mas percebi que quando eu tomavaCoca-Cola a situação parecia piorar.
Parei de comer feijão, tomar refrigerantes, comer carnes vermelhas, usar tempero demais, comer doces, tomar leite e mesmo assim não senti diferença.
Eu ficava como um zumbi, até mais ou menos 6h da manhã, com a Ana Clara no colo.Estava em estado de calamidade, meu leite secou e eu não tinha apoio do pediatra que pedia para eu ter paciência.
Apelei para os remédios, dei simeticona, dimeticona, flagass baby e tylenol (que ajudava um pouco) as crises eram diárias e duravam em média 12h.
Como diz A LENDA isso passaria como mágica no terceiro mês (que foi esperado com ansiedade aqui em casa), mas não foi o que aconteceu.Confesso que eu já estava mais perdida que barata tonta, não sabia o que fazer e já tinha tentado de tudo.
A palavra do médico foi a saida, parei de entupir minha filha de remédios e deixei as coisas fluirem e tive mais paciência, comecei a acreditar mais na FUNCHICÓREA (eu dava 3 medidas por dia, religiosamente) e na ENERGIA que eu passava para ela nesses momentos.
Isso fez com que o nosso problema melhorasse consideravelmente, outra coisa que eu fiz foi trocar o NAN 1 pelo APTAMIL e percebi uma boa melhora, ela não golfafa exageradamente e nem tinha o abdômem dilatado como antes.
Com 3 meses e meio eu estava bem mais feliz, porém, ainda dormia pouco e existiam dias de sufoco em que a MALDITA batia cartão lá em casa.Eu faço faculdade longe, dirigia 2 horas para ir e 1 e meia para voltar, chegava esgotada.
Pelo o que o pediatra tinha me dito as cólicas são diferentes de crises de gases e existem pois o intestinos dos bebezinhos não são suficientes maduros, não há como prever e aparece geralmente entre 20 dias e 3 meses.Há um índice maior em meninas, fatores genéticos influenciam e existe a sorte...rs, pode ser que seu filho tenha e o do vizinho não.
Por conta própria comecei a dar frutinhas para a Clarinha, comecei com o mamãozinho batido no leite dela como uma vitamina, resultado?Já no primeiro dia ela dormiu híper bem, SEM CÓLICAS. E assim eu fui indo, nos dias que eu não dava as frutas ela tinha cólicas, então, as frutas passaram a ser componentes essenciais na alimentação da minha filha.
Acredito que isso SIM resolveu o NOSSO problema, mas o que pode ter dado certo com a gente pode não dar certo para outras pessoas.
Sei muito bem que existem mães que são contra a dar remédios e etc, há muita mãe radicalista por ai. Mas, tenho certeza que se elas passassem por o que eu passei um dia se quer, mudariam de opinião.
Meu conselho aqui, siga seu coração. Para cólicas, nada é milagroso, apenas o amor e a paciência das pessoas que cuidam do bebê. A energia que você passa para a criança é essencial nesses momentos, tudo o que eu fiz foi válido, mas não existiu nada que "curasse", cada dia era um dia.
No nosso caso, a introdução das frutas ajudou e MUITO, além disso a funchicórea que até hoje eu uso.
Beijos enormes,
Fá Espirini
Hoje minha pauta será sobre um assunto que eu PRECISAVA escrever aqui. Precisava, pelo simples fato de eu ter sofrido absurdamente com as cólicas da Ana Clara, minha filha que hoje está com quase 5 meses.
A Clarinha nasceu muito bem, sem complicação nenhuma e assim foi até uns 20 dias. Eu achava que iriamos nos livrar da cólica, até porque a minha filha dormia muito bem, se alimentava bem e raramente chorava.Do nada tudo mudou!De uma hora para outra, choro, irritação, feição de dor, gritinhos, barriguinha distendida e o pior NÃO DORMIA de maneira nenhuma.
Para vocês terem idéia da Sra C-ÓOOOOOlica que a Ana Clara tinha, eu cheguei a ficar 48 horas acordada com ela. Ela não tinha mais expressão nenhuma de felicidade (muito menos eu), levei ela em um otorrino para ver se não era ouvidinho ou garganta e não era nada.Procurei fazer massagens, dar chás, deitar de bruços no meu colo e tudo quase em vão...ela só dormia quando estava esgotada, mas dali 2 horas acordava novamente.
Não aguentava ver a minha pequena naquela situação, na época eu amamentava exclusivamente e na maternidade a nutricionista tinha me garantido que o que a mãe comia não tinha relação com cólicas, mas percebi que quando eu tomava
Parei de comer feijão, tomar refrigerantes, comer carnes vermelhas, usar tempero demais, comer doces, tomar leite e mesmo assim não senti diferença.
Eu ficava como um zumbi, até mais ou menos 6h da manhã, com a Ana Clara no colo.Estava em estado de calamidade, meu leite secou e eu não tinha apoio do pediatra que pedia para eu ter paciência.
Apelei para os remédios, dei simeticona, dimeticona, flagass baby e tylenol (que ajudava um pouco) as crises eram diárias e duravam em média 12h.
Como diz A LENDA isso passaria como mágica no terceiro mês (que foi esperado com ansiedade aqui em casa), mas não foi o que aconteceu.Confesso que eu já estava mais perdida que barata tonta, não sabia o que fazer e já tinha tentado de tudo.
A palavra do médico foi a saida, parei de entupir minha filha de remédios e deixei as coisas fluirem e tive mais paciência, comecei a acreditar mais na FUNCHICÓREA (eu dava 3 medidas por dia, religiosamente) e na ENERGIA que eu passava para ela nesses momentos.
Isso fez com que o nosso problema melhorasse consideravelmente, outra coisa que eu fiz foi trocar o NAN 1 pelo APTAMIL e percebi uma boa melhora, ela não golfafa exageradamente e nem tinha o abdômem dilatado como antes.
Com 3 meses e meio eu estava bem mais feliz, porém, ainda dormia pouco e existiam dias de sufoco em que a MALDITA batia cartão lá em casa.Eu faço faculdade longe, dirigia 2 horas para ir e 1 e meia para voltar, chegava esgotada.
Pelo o que o pediatra tinha me dito as cólicas são diferentes de crises de gases e existem pois o intestinos dos bebezinhos não são suficientes maduros, não há como prever e aparece geralmente entre 20 dias e 3 meses.Há um índice maior em meninas, fatores genéticos influenciam e existe a sorte...rs, pode ser que seu filho tenha e o do vizinho não.
Por conta própria comecei a dar frutinhas para a Clarinha, comecei com o mamãozinho batido no leite dela como uma vitamina, resultado?Já no primeiro dia ela dormiu híper bem, SEM CÓLICAS. E assim eu fui indo, nos dias que eu não dava as frutas ela tinha cólicas, então, as frutas passaram a ser componentes essenciais na alimentação da minha filha.
Acredito que isso SIM resolveu o NOSSO problema, mas o que pode ter dado certo com a gente pode não dar certo para outras pessoas.
Sei muito bem que existem mães que são contra a dar remédios e etc, há muita mãe radicalista por ai. Mas, tenho certeza que se elas passassem por o que eu passei um dia se quer, mudariam de opinião.
Meu conselho aqui, siga seu coração. Para cólicas, nada é milagroso, apenas o amor e a paciência das pessoas que cuidam do bebê. A energia que você passa para a criança é essencial nesses momentos, tudo o que eu fiz foi válido, mas não existiu nada que "curasse", cada dia era um dia.
No nosso caso, a introdução das frutas ajudou e MUITO, além disso a funchicórea que até hoje eu uso.
Beijos enormes,
Fá Espirini
22 de novembro de 2010
O que Olívia usou - De recém nascida até os 4 meses
Quando estamos montando o enxoval do bebê compramos muita coisa que nem usamos e deixamos de comprar muita coisa! Com isso em mente, resolvi ajudar as mamães que estão montando o enxoval! Aqui coloco o que eu comprei E usei muito com Olívia! É preciso levar em conta os seguintes fatos:
1) Olívia nasceu pequena: 45 cm e 2.840 gramas
2) Ela nasceu em pleno inverno
3) Eu moro no sul, onde o inverno é frio MESMO!
4) Eu sou daquelas que não gosta de usar roupas em tamanho maior! Gosto do tamanho certo!
Com isso em mente, segue o meu enxoval:
Para a maternidade e primeiros 20 dias
Eu achava que não ia precisar de roupas RN, mas precisei sim. Se o bebê nascer com menos de 3 kg ( o meu caso) se usa ainda mais e tem que ter:
- 6 macacões com botão em plush (se o bebê nasceu no inverno) - Isso levando-se em conta que você lave roupa 1 vez por semana, pelo menos. Se passar disso, é melhor comprar 8.
- 10 bodies manga comprida se você mora em um local frio - eu usava 1 por dia
- 6 pares de meia - 1 por dia tbm
- 10 calcas sem pé - As calças com pé são encômodas! O bebê perde a meia lá dentro e vira uma coisa chata que só sai do lugar! Nem perca tempo comprando calças com pé!
- 5 casaquinhos de lã - se você mora no frio e seu filho nasceu no inverno. Vai usar MUITO!
- 2 touquinhas quentinhas para ir alternando.
- 3 pares de luvinhas - Se usa muito desde o hospital
De 0 a 3 meses
- 6 macacões 0 a 3 meses com botão em plush de manga comprida - 6 dá, mas enjoa então eu compraria mais. Comprei 10.
- 6 macacões 0 a 3 meses de malha - Eu usei muito como pijaminha quando o tempo permitia
- 2 bodies de manga curta (é mais do que suficiente se você teve bebê no inverno)
- 5 bodies de manga comprida
- 5 calças sem pé
- 6 pares de meia
- 2 casaquinhos
De 3 a 6 meses
- 6 macacões 3 a 6 meses - Pode ser de malha se já for uma época mais quente do ano.
- 3 Conjuntinhos de calça, body e casaco - Ideal para passeios fora de casa.É mais bonitinho que o macacão inteiro.
- 2 macacões 3 a 6 meses manga curta
- 2 conjuntos de shorts e camisetinha se já for verão - É mega fofo
- 5 bodies de manga curta
- 5 bodies de manga comprida
- 2 pares de tênis para usar com os conjuntinhos - Fica muito fofo e esquenta o pézinho
- 2 casaquinhos
- 6 pares de meia
- Se for menina: vestidinhos. Somente nessa idade eu comprei vestidos e Olívia ainda não usou já que estamos em novembro e a temperatura lá fora continua em 16 graus.
Acessórios
- 2 gorrinhos
- 3 par de luvinhas - Se usa muito quando são recém-nascidos e nascem no inverno
- 2 chapeuzinhos para o sol
- babadores - MUITOS! A partir dos 3 meses se baba muito
- fraldinhas de boca - Tenha MUITAS! Dá para comprar as fraldas brancas tradicionais, cortar e fazer biquinhos. Rende muito! Eu tenho 40! Se usa demais: vômitos,baba e etc
- lacinhos e faixinhas de cabelo - quantidade determinada de acordo com o nível de peruice da mãe. Olívia nasceu cabeluda e possui MUITOS lacinhos!
Roupa de Cama e Banho
- 4 jogos de lençol para o berço
- 3 fronhas para travesseiro extra
- 2 jogos de lencol para o carrinho - Olívia dormiu no carrinho nos primeiros 3 meses e eu fui alternando. Dá, mas é bom ter 3 ou 4.
- 4 cobertores - Se nascer no inverno, pode acrescentar mais 2 porque suja fácil. Separe 2 para as saídas de casa como pediatra e vacinas. Eu não gostava de usar em casa os que usava na rua.
- 4 toalhas de banho forradas com tecido de fralda
- 4 fraldas brancas gigantes para o banho - Eu uso as toalhas para enrolar e as fraldas gigantes para secar.
Para o quarto
- berço/comoda
- poltrona amamentacao - Eu uso muito!
- lixo para fraldas que vedam o cheiro - Gostaria de ter 1 mas não achei para vender no Brasil, por isso uso 1 normal mesmo e não jogo fralda suja de cocô lá dentro, só as de xixi.
- na mesinha ao lado da poltrona de amamentação- reloginho (para controlar o tempo das mamadas), garrafa de água, abajour, garrafinha de álcool gel
- banquinho/puff para apoiar as pernas
- porta fraldas- para pendurar ao lado do trocador, para as fraldas ficarem sempre a mão
- 2 travesseiro anti sufocante
- cesto de roupa suja - acredite, esse cesto estará sempre cheio.
- mobile para o berço - Se seu bebê dorme no carrinho, compre um arco para carrinho. É bom estimular desde cedo.
- cabides
- babá eletronica com vídeo - Necessário e fundamental para uma mãe neurótica como eu.
- kit berço - mantém tudo mais quentinho e aconchegante se for no inverno
Para Casa:
- tapete de atividades
- cadeirinha para o bebê
- balde e bacia exclusivos para as coisinhas do bebê
- mamadeiras ( mesmo amamentando você pode querer tirar leite para alguma emergencia)
- esterilizador de microondas
- copinhos plásticos de 50 mls para quem precisa complementar com leite artificial quando são recém nascidos. Olívia usou mais de 100 copinhos nos primeiros 20 dias. Faça as contas: 1 copinho por mamada. 8 mamadas durante o dia. 7 dias na semana.
Para Higiene e Saúde:
- termometro
- kit higiene para unhas + lixa de unha
- kit escova e pente
- bolsinha termica para colicas - Olívia não teve cólicas, então eu não usei, mas dizem que é ótimo para quem tem!
- kit higiene (com potes para por algodao, cotonete, pomada anti assadura e garrafinha termica)
- chupeta e mordedores
- aspirador nasal- salva a pátria quando o bebê engasga e volta o leite pelo nariz! Não custa ter!
Para viagem e passeio:
- sacola de passeio com trocador
- Canguru ou sling para levar o bebê - eu prefiro o canguru.
- berço desmontável- preciso adquirir 1! Está na minha lista de natal!hehe
Necessaire do bebê:
- lenços Umidecidos (faça o teste para ver se seu bebê não tem alergia. Eu uso desde que minha filha tinha 1 mês)
- cotonete - sempre tem um nariz sujo pra limpar
- shampoo
- Sabonete líquido
- creme para assaduras
- fraldas RN e P ( eu usei as RN por quase 2 meses). Com 3 meses e meio Olívia usa P da Pampers ainda.
- Chupeta - É bom ter pelo menos 2
- Prendedor de chupeta - É bom ter pelo menos 2
- Porta chupeta
Para a Mamãe:
Coisas que eu comprei para mim e ajudaram demais:
- pomada Lasinoh para os seios- ajuda muito a cicatrizacao.
- conchas de amamentação - ajuda demais quando os mamilos estão sensíveis
- bicos de silicone - ajuda demais quando os bicos estão sensíveis
- pijamas e roupas com abertura frontal - útil para amamentar
- sutia de amamentacao
- bombinha para extração de leite - eu tenho 1 elétrica e 1 manual e acreditem: a manual é muito mais eficiente!
- Cinta inteira com sutiã embutido - Ajudou muito no pós parto
Coisas que comprei e achei perda de tempo:
- Almofada de Amamentação - Não sei se é a minha almofada em si, mas achei um trambolho desconfortável que não me ajudou em nada! O bom e velho travesseiro foi mais útil
- Absorvente de seios - meus seios vazaram 2 vezes somente até hoje
Marcadores:
Enxoval,
Mãe de primeira viagem,
Mãe de segunda viagem
21 de novembro de 2010
8 e 80 - Aconchegada e Aconchegante...
Que aconchego é coisa boa, ninguém discute... bem tem aqueles que fingem que não gostam... alguns que tem dificuldade de se entregar à um bom abraço... mas é fato... de aconchego, todo mundo gosta.... acho até que mais do que isso... todo mundo PRECISA! Pensam que é mentira minha quando conto, mas dou minha palavra de mãe e filha, que me lembro com a perfeição de uma fotografia que mostra o momento, de com aproximadamente 3 anos de idade, estar aconchegada no colo da minha mãe e mamando em seu peito (minha arcada dentária e minha enorme capacidade de me aconchegar num abraço provam que eu não conheci mamadeira)... eu me lembro sim e me lembro bem (nunca vi foto minha mamando no peito da minha mãe)... mais do que da cena, me lembro do cheiro, me lembro da sensação boa de estar aconchegada... Não é mentira minha quando conto que me lembro também da primeira vez que tirei liquor da espinha... não era possível ser abraçada, mas a mão da minha mãe na minha me fez sentir-me aconchegada, como um bebezinho num colo confortável... não amenizou a dor, mas me deu a certeza de que eu não estava alí sozinha com meu medo...
Aconchego é coisa que dá segurança, transmite afeto e demonstra amor... é bem vindo no seio familiar, no trabalho, na escola e no boteco... aconchego traz paz!
Frequentemente, deito na minha cama, ou num colchão que o Fí tem no quarto dele, e nesse momento, aproveito para aconchegar quem busca e cabe no meu abraço... e por melhor caberem no meu abraço, Maurinho e Fred são os mais beneficiados com esse remedinho pra todos os males: o aconchego... Nathália, já um centímetro maior do que eu, já não busca mais meu aconchego e eu na minha extrema ignorância de mãe de extremos, pensei que era pela idade, porque me lembro que aos treze anos, já não buscava mais o aconchego do abraço da minha mãe... e sinceramente, não me lembro porque...
Foi recentemente que a grande pequena adolescente sentou-se na minha cama enquanto eu fazia um trabalho no computador e começou a contar suas histórias de sempre... reclamações de professores, aventuras vividas com as amigas e etc... e eu sem poder dar muita atenção, em função do trabalho que estava realizando, respondia alguns "ahans... uhum... hehe... eita" e coisas do gênero... a mocinha saiu do quarto e confesso que nem me dei conta do fato... poucos minutos depois aparece o pequeno Maurinho... chega perto de mim e diz: "-Vim só dar um beijo, tô vendo o Chaves"... aproveitei o beijo e dei-lhe um belo de um apertão num abraço rápido, mas aconchegante... quando o pequeno saiu, a mocinha reapareceu com gestos e manifestações que se misturavam em sentimentos de revolta e tristeza e reinvindicou: "-Tá vendo mãe, você nunca me dá um abraço e é só o Mauro Neto chegar perto e você abraça"...
Só nesse momento me dei conta de que há um tempo, de fato eu não a abraçava, não a aconchegava, enquanto com Maurinho isso é uma constante... e não tem nada a ver com gostar mais de um filho do que do outro... como eu disse acima... achei que ela já não se ligava mais nessa coisa de aconchego materno... me enganei!!! (Que bom!!!)... Me levantei imediatamente, dei-lhe um belo apertão (dentro do que foi possível apertar) e falei que o abraço estava sempre aqui, é que como ela já é uma moçona, as vezes eu não me dou conta da sua necessidade de ser aconchegada... e ela respondeu sorrindo gostoso... "Acho que agora sou eu quem aconchega você".
Ranne Miranda é assistente social,
casada com o enfermeiro Andrey Miranda
e mãe de Nathália (13) e Maurinho (4)
Aconchego é coisa que dá segurança, transmite afeto e demonstra amor... é bem vindo no seio familiar, no trabalho, na escola e no boteco... aconchego traz paz!
Frequentemente, deito na minha cama, ou num colchão que o Fí tem no quarto dele, e nesse momento, aproveito para aconchegar quem busca e cabe no meu abraço... e por melhor caberem no meu abraço, Maurinho e Fred são os mais beneficiados com esse remedinho pra todos os males: o aconchego... Nathália, já um centímetro maior do que eu, já não busca mais meu aconchego e eu na minha extrema ignorância de mãe de extremos, pensei que era pela idade, porque me lembro que aos treze anos, já não buscava mais o aconchego do abraço da minha mãe... e sinceramente, não me lembro porque...
Foi recentemente que a grande pequena adolescente sentou-se na minha cama enquanto eu fazia um trabalho no computador e começou a contar suas histórias de sempre... reclamações de professores, aventuras vividas com as amigas e etc... e eu sem poder dar muita atenção, em função do trabalho que estava realizando, respondia alguns "ahans... uhum... hehe... eita" e coisas do gênero... a mocinha saiu do quarto e confesso que nem me dei conta do fato... poucos minutos depois aparece o pequeno Maurinho... chega perto de mim e diz: "-Vim só dar um beijo, tô vendo o Chaves"... aproveitei o beijo e dei-lhe um belo de um apertão num abraço rápido, mas aconchegante... quando o pequeno saiu, a mocinha reapareceu com gestos e manifestações que se misturavam em sentimentos de revolta e tristeza e reinvindicou: "-Tá vendo mãe, você nunca me dá um abraço e é só o Mauro Neto chegar perto e você abraça"...
Só nesse momento me dei conta de que há um tempo, de fato eu não a abraçava, não a aconchegava, enquanto com Maurinho isso é uma constante... e não tem nada a ver com gostar mais de um filho do que do outro... como eu disse acima... achei que ela já não se ligava mais nessa coisa de aconchego materno... me enganei!!! (Que bom!!!)... Me levantei imediatamente, dei-lhe um belo apertão (dentro do que foi possível apertar) e falei que o abraço estava sempre aqui, é que como ela já é uma moçona, as vezes eu não me dou conta da sua necessidade de ser aconchegada... e ela respondeu sorrindo gostoso... "Acho que agora sou eu quem aconchega você".
Ranne Miranda é assistente social,
casada com o enfermeiro Andrey Miranda
e mãe de Nathália (13) e Maurinho (4)
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