7 de março de 2012

Sorteio Mini Sessão de Fotos SP por @oliviavinci





O TDM vai viabilizar o sorteio que a Olivia Vinci quer fazer e oferecer um presentão pra vocês! Fique de olho se você mora em São Paulo ou tem facilidade pra ir até São Paulo pois trata-se de um prêmio presencial :)

É um sorteio! Mas diferente! Vamos sortear um mini-ensaio fotográfico! Chique né? 

Prêmio

Um Mini-Ensaio de 40 minutos + Um CD com 30 fotos tratadas em alta resolução

IMPORTANTE:* Podem participar gestantes, crianças e famílias de até no máximo 5 pessoas.

* Podem participar pessoas de qualquer local, mas o ensaio será realizado na cidade de São Paulo no Parque do Ibirapuera ou Parque da Independência ou Horto Florestal (a escolha é do ganhador).

* O prêmio poderá ser dado como presente para uma pessoa querida.


O sorteio ficará no ar até dia 16 de março para arrecadar os cadastros e vamos gerar o "vencedor" no dia 17 de março.



Regras:


Mamão com açúcar hein!





2) Se cadastrar no sorteio através do formulário abaixo e cruzar os dedinhos :)



Confira o trabalho dela! Clicando abaixo:


:) Boa sorte!!!





6 de março de 2012

Fernando de Noronha com crianças - Parte II


Olá!

Sei que fiquei em falta com a parte II do post da viagem a Fernando de Noronha, mas depois que fiz o post com a primeira parte, Ellis pegou uma virose, depois da virose um resfriado forte e depois um dente nasceu. Ou seja, fiquei com ela 2 semanas doentinha, sem comer direito, tomando remédios, fazendo inalação e etc. Agora ela já está bem, então vim contar mais sobre a viagem!

Além das visitas às praias, outra passeio bacana que dá pra fazer com as crianças é o passeio de barco. Ele passa pelo lado do mar de dentro da Ilha, dá para ter uma visão geral de todas as praias e o mais importante e o motivo principal do passeio: ver os golfinhos!! Nós vimos muitos e em trechos diferentes do passeio!! Fiquei doida e Ellis também. rsrs O passeio é muito legal mesmo e vale a pena, já que dizem que as chances de ver os famosos golfinhos são de 99%!!





29 de fevereiro de 2012

O brincar e o desenvolvimento infantil (parte 3 de 3)

No post de hoje, o último da série da cobertura da mesa-redonda promovida pela Pampers, teremos  a contribuição do Dr. Fabio Ancona, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, consultor da marca e um dos organizadores da trilogia Filhos, da SBP.

Crescimento X Desenvolvimento

Fabio_Ancona“Doutor, meu filho está se desenvolvendo bem?”. Muitos pais chegam ao consultório do pediatra com esta dúvida, mas no entanto estão se referindo ao crescimento dos filhos. A ansiedade dos pais é muito comum nos consultórios: querem saber se o filho já enxerga, quando vai andar, se já deveria estar falando… E quando chega o segundo filho, parece que tudo fica mais fácil. Na verdade, a carga de tensão dos pais é menor, o que acaba transmitindo mais segurança ao filho recém-chegado.

Mas voltando à pergunta tão comum aos pediatras, crescer e desenvolver são coisas distintas, ainda que relacionadas entre si. Crescer tem mais a ver com o ganho de peso de estatura, associados a elementos como fatores genéticos e ambientais, alimentação, atividade física, condições socioeconômicas, doenças, além da relação de afeto e carinho com seus pais. Já o desenvolvimento se refere às habilidades que a criança vai adquirindo ao longo de seu crescimento, como conseguir sustentar a cabeça, sentar, falar e andar. Desenvolver-se seria adquirir maturidade do sistema nervoso central, cuja avaliação é imprecisa, pois aspectos sociais, neurológicos e psíquicos estão envolvidos no processo e que diferem muito de criança para criança.

Embora muitos pais se guiem por um senso-comum de que com tal idade a criança deverá estar fazendo tal coisa, é muito comum o atraso ou o adiantamento de algumas fases, visto que o organismo, o ambiente e os estímulos que cada criança recebe são diferentes, mesmo entre irmãos. Na realidade, o que existem são marcos do desenvolvimento, que acontecem, geralmente, por volta da mesma idade. Além disso, para que a criança atinja determinado marco, é necessário que ela tenha passado pela etapa anterior. O bebê, por exemplo, só consegue se virar se já tiver adquirido a habilidade de sustentar a própria cabeça.

Mês

Habilidade

Até o 6o mês

Reflexo de Moro: é o abraço que o bebê simula com a presença de barulhos ou de uma maior movimentação. Muitos consideram o movimento semelhante ao que a criança realiza quando toma um susto.

1 mês

Olha para a pessoa que o observa.

2 meses

Sorri, balbucia.

3 meses

Sustenta a cabeça.

4 meses

Alcança e pega objetos pequenos.

5 meses

Consegue se virar.

6 meses

Mantém-se sentado.

7 meses

Segura objetos e transfere-os de uma mão para a outra.

8 meses

Faz o movimento de “pinça” com os dedos indicador e polegar.

9 meses

Senta-se sozinho.

10 meses

Engatinha.

11 meses

De pé, dá passos com apoio.

12 a 14 meses

Caminha sem ajuda.

Estimular os bebês a adquirirem tais habilidades é muito importante. Ao amamentar, a mãe exercita as habilidades visuais do bebê, que com o tempo passa a perceber a função social do sorriso. Colocar brinquedos à distância num tapete, pode estimular o bebê a engatinhar. E assim para o resto da vida! O importante é a criança gostar do que está fazendo: se a criança vai à escola, à natação e à aula de judô e se sente bem em todas as atividades, não há razão para não permitir tais estímulos. O problema é quando uma atividade vira uma obrigação, uma vez que o princípio motivacional das crianças é o prazer, o lúdico.


Esperamos que vocês tenham gostado da série de textos (parte 1 e parte 2), porque a gente adorou o evento. Obrigada, Pampers!

28 de fevereiro de 2012

O brincar e desenvolvimento infantil (parte 2 de 3)

Continuando nossa série de posts sobre o evento que a Pampers realizou, vamos agora apresentar algumas ideias da educadora Julia Manglano, especialista em estimulação infantil.

 

A inteligência do bebê

Julia_ManglanoTer um filho inteligente e autoconfiante não depende só de sorte ou herança genética. Grande parte do intelecto das crianças é adquirida por meio de estímulos recebidos nos primeiros anos de vida. Nosso cérebro é muito plástico e cresce de acordo com os estímulos que recebe. Sua fase de maior desenvolvimento é do nascimento aos três anos de idade, quando o cérebro se desenvolve cerca de 60%.

Mas não é preciso esperar o bebê nascer para começar a exercitar sua inteligência: os pequenos já podem começar a ser estimulados no período intrauterino, ao escutar a voz da mãe, perceber luzes, escutar uma música – de preferência clássica.

A amamentação também é um período excelente para despertar a curiosidade do bebê, por meio de olhares, toques, sons. Por isso é importante um ambiente tranquilo, para que a criança consiga perceber os estímulos que recebe. Além disso, você sabia que a distância ideal para que um recém-nascido enxergue (ainda que em duas dimensões e sem cores definidas) é a distância entre seu olhar e o rosto da mãe na hora da amamentação?

Nos três primeiros anos de vida, a criança deve receber estímulos por meio de todos os cinco sentidos. O bebê que tenha tido o privilégio de ouvir música clássica desde o seu nascimento terá uma capacidade auditiva muito mais desenvolvida e, assim, mais facilidade para a música e o aprendizado de línguas. Um pequeno que tenha sido estimulado visualmente terá mais facilidade para a leitura do que outros. Se tiver tido oportunidade de comer alimentos variados, seu aparelho gustativo será mais bem desenvolvido, e, se tiver tido experiências motoras estimulantes, poderá desenvolver o talento para os esportes.

Mas é importante salientar que a alegria é a chave do sucesso: estimular uma criança sem que ela tenha prazer na atividade não faz bem algum, assim como um ambiente de estresse gerado pela alta expectativa dos pais. O importante é a criança gostar da atividade, e encerrá-la antes que ela se desinteresse.

E não é preciso brinquedos específicos ou material pedagógico para estimular as crianças: brincar com o que se tem em casa é o suficiente. Que tal algumas ideias?

  • Coloque um trecho de uma música clássica e diga à criança o nome da peça e do compositor.
  • Crie circuitos com almofadas e travesseiros para a criança que engatinha.
  • Apresente figuras de animais, de comidas, de objetos, de forma rápida e dizendo o nome. Não subestime a inteligência fotográfica dos bebês.
  • Deixe a criança brincar com a comida: sentir o cheiro, a textura, o gosto, ouvir o som que faz ao ser esmagada.
  • Brinque com a criança em diferentes ambientes: dentro de casa, no parquinho, na praia, na grama, no banho, no trocador. Diferentes ambientes oferecem sons, cheiros, texturas, objetos, interações diferentes e, assim, estimulam bastante a inteligência dos pequenos.
  • E por que não brincar com computadores e celulares? Tudo bem, desde que com supervisão, e num tempo determinado. O importante é diversificar os tipos de estímulo, e não achar que o computador vai dar conta de tudo.
  • O encorajamento dos pais e a segurança transmitida por sua presença são importantíssimos. O vínculo afetivo que criamos nessas experiências sensoriais ficará para a vida toda!


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