12 de maio de 2015

Mais uma linda pro time!

Olá gente, meu nome é Carolina Sepeda, sou Fonoaudióloga, tenho 35 anos e sou mãe de um menino muito falante e lindo chamado Bento, que está chegando aos seus 5 aninhos..

Minha relação com a blogosfera, começou, aproximadamente 1 ano antes da minha gravidez, quando criei meu blog pessoal, chamado Cantos e Encantos. Lá, eu escrevia sobre "tudo", qualquer assunto que achasse interessante. Até que veio o positivo!!! E com ele, um mar de dúvidas, que fizeram com que eu passasse a ler blogs maternos. E posso dizer, que aprendi muita coisa. Mas, acima de tudo, "conheci" muita gente interessante, muita grávida do ano de 2010 e acompanhei muito bebê nascendo na mesma época que o meu..



Com todo o trabalho que um bebê recém nascido dá, mais uma depressão pós-parto para "administrar", aos poucos o blog foi sendo deixado de lado. Mas, ele continua lá e quem sabe, um dia volto a postar...

Gostaria que vocês soubessem que estou muito feliz por estar fazendo parte do TDM. Obrigada!!!

7 de maio de 2015

Sobre essa coisa de "quantos filhos devo ter?"



Vagando pelo facebook, aquela rede social que hora nos diverte e outra nos irrita, vi um bocado de gente postando um teste para saber quantos filhos deveria ter. Bem, o teste é bem furado e os resultados são bem exagerados, pelo menos, eu achei. Mas não é bem sobre isso que quero falar, se bem que o assunto surgiu após ver isso aí. (vai entender essa pessoa que vos escreve!)

Desde que ficamos sabendo que nosso primeiro filho seria uma menina, ficamos hiper-mega-power felizes, foi uma ótima notícia. Daí a Sossô chegou e foi lindo, um ano depois descobrimos que estávamos grávidos e foi aí que comecei a ficar irritada com terceiros.
As pessoas tinham uma mania de falar "ah, tomara que seja um menininho, neh!?", "mas se for uma menininha vocês vão amar do mesmo jeito, neh?!" (não queridx, a gente ia jogar no rio, pra correnteza levar). Gente, sério que tem gente que ainda comenta isso, em pleno 2015? TEM! Então, fizemos o ultrassom, e era um menino, achamos o máximo, ter um menino era novidade e ficamos muito felizes (ainda bem, neh...porque teve gente cogitando a possibilidade de jogar uma menininha no rio...hahahahahaha). A partir daí as coisas começaram a ferver, porque os comentários absurdos não eram mais à respeito do sexo do bebê, mas à respeito de uma "tal fábrica" que eu deveria fechar!

Não, não estou produzindo nada, não somos fabricas e os comentários do tipo "que bom, agora vocês já terão um casal, podem fechar a fábrica!", "agora vai parar por aí, neh, já tem um casal!" começaram a surgir como se peste fosse. Um belo dia o marido deu uma linda resposta à uma pessoa, que não me lembro quem era, a pessoa disse "agora vocês vão ligar, neh!?", ele disse apenas "não tenho pra quem ligar, você tem amor?!", foi lindo!
Ok! Chegou o Zé e não "ligamos" para ninguém, se é que você me entende! Pouco mais de um ano estávamos grávidos de novo, nunca tínhamos nos importado com o sexo dos nossos filhos, não seria agora que isso ia gerar problema, neh. Então, como as pessoas não podiam nos irritar com isso pegaram um outro ponto primordial dos "palpiteiros de plantão", você são loucos de ter mais um filhos. Fomos chamados de loucos, insanos, doidos e coisas piores. E daí você se irrita mais ainda, porque rola aquela vontade de perguntar: "Vem cá, você já me deu algum pacote de fraldas?", mas a gente não pergunta porque é phyna, neh!? Mas ainda não é sobre mim que quero falar, quero falar para todas as mães e pais que se sentem incomodados com essa coisa de número ideal de filhos.

Primeiro que cada um tem uma realidade, nem todos os casais querem ter filhos e devem ser respeitados nisso. Se você perguntar a minha opinião direi apenas que criar uma criança é pauleira e ao mesmo tempo mágico, é lindo, é desafiador, é gratificante e muitas outras coisas lindas. Mas se você me perguntar: "Você acha que devo ter filhos?" direi apenas que tenho certeza que essa decisão só você pode tomar.
Algumas pessoas são realizadas com um filho, outras com dois, outras com três, outras com cinco e poucas, na atualidade, com mais de cinco, mas são. Por isso o número de filhos não deve ser definido baseado em nada além da vontade de ter filhos. Nossa casa é extremamente movimentada e amamos a ideia de ter três crianças em casa, mas já conversei com mulheres que se sentem totalmente realizadas com apenas um filho e acho isso válido.

Se você me perguntar "Você acha que devo ter um/dois/três filhos?" direi apenas que ninguém pode tomar essa decisão por você, pois você será x único responsável pela sua decisão, só você sabe qual é a sua realidade e a sua vontade. Ter três filhos é mágico pra mim, me realizo nessa bagunça que é a minha vida, mas conheço mulheres que se sentem sobrecarregadas com apenas um filho e são muito criticadas quando dizem que não querem ter mais de um filho. Já até entrei em uma discussão por causa disso, vi um grupo criticando uma mulher que não queria mais de um filho e "caí de pau" em defesa dela, daí ouvi que não era possível que uma mãe de três estava defendendo uma mulher "tão egoísta" (sim, egoísta porque queria só um filho, pode isso produção?!), daí que defendi mesmo e defendi muito.

Cada um sabe as dores e as delícias que lhe é a vida, por isso, ninguém pode definir nada para ninguém. Sendo assim, sobre o número de filhos ideal, só tenho algo à dizer: Decida você e mande o resto se...envolver com as próprias decisões! (Que que foi gente? Achou que eu ia falar um palavão? Que isso, sou mãe de família!... hahahahaha)

Vanessa Figueiredo

SORTEIO PRORROGADO!

Olá queridos leitores, tudo bem? 

Aconteceu um problema com o Banco de Dados do último sorteio e estamos refazendo pelo Facebook.



Corre lá e participa porque é super fácil! 
É Mamão com açúcar mas com açúcar Demerara 
que não faz mal à saúde rs.

Clique aqui e concorra!

24 de abril de 2015

Já cheguei chegando!!!

 

Hello galeritcha!!!


A Keka fez o favor de lhes apresentar a minha pessoa ontem e acho que hoje é o meu dia, neh!? Pois bem, fui muito bem apresentada então acho que não tenho muita coisa à acrescentar, mas me senti muito honrada em ser convidada por ela para fazer parte desse blog. Comecei o meu blog materno há aproximadamente quatro anos, quando resolvi iniciar um blog estava bem empolgada com o "Mundo Blogueiro" da época, era muito bom. Eu tinha liberdade para falar o que dava vontade, já falei de futebol à feminismo, mudei muito nesses quatro anos, me impressiono quando leio minhas primeiras postagens, já irritei muita gente com minha opinião "transgressora", já ajudei muita gente por ser muito acessível, faz parte de mim. 


Nessa época do "Bom Mundo Blogueiro" estávamos todas no Twitter diariamente, trocávamos muitas ideias e era tudo muito excitante e bacana, mas daí a coisa começou a mudar, os blogs que mais me interessavam começaram a se envolver muito com propagandas, sorteios em excesso e passaram a ter um único intuito, GANHAR SEGUIDORES! E pra mim isso era um porre! Até hoje é! 


Meu blog tem quase 400 seguidores, no Facebook, e você deve pensar : "Quatro anos de blog e só isso de seguidores? Que fraquinha!" Então, não ligo! Mas vou te contar o porquê! Não me envolvi com essa febre de sorteios e propagandas e outras coisas que pesavam tanto os blogs, não sei se você sabe, mas a muitos blogs maternos foram desfeitos, porque as autoras se desanimavam com essa "nova forma de blogar" ou se perdiam no assunto e acabavam se sentindo frustradas, pois o blog deixou de ser um prazer e se tornou um peso, com metas, datas à cumprir e pautas obrigatórias. 


Se nunca pensei em desistir? Não! Eu gosto muito de ter meu blog, nunca fiz nada por obrigação, tenho meus leitores "fiéis", já ajudei muitas mamães e papais e não penso em desfazer dele só porque ele não se tornou um dos queridinhos, ele é o meu queridinho. Acho que o que mais me ajudou a continuar com o blog foi não me envolver com esse excesso ou essas preocupações, acho que foi isso que fez com que ele não se tornasse uma obrigação para mim, mas sim um momento de prazer, uma troca, uma terapia, enfim, uma coisa boa!


Voltando ao começo, sobre o "me senti muito honrada" para contribuir com o blog, posso dizer que fiquei bem feliz com o convite, não só por escrever em um blog que já admirava tanto, mas pela minha conversa com a Keka durante o convite. Ela propôs bem isso, liberdade, sem obrigações, sem metas, sem forçar a barra, escrever apenas por satisfação, bem, foi isso que entendi! Será que estou enganada? Acho que não! hahahahahahaha...


Falei, falei e falei, neh!? Então, sou assim! Espero que gostem, que curtam minhas contribuições no blog e que se sintam livres para comentar, dar pitacos, sugerir, elogiar, criticar, perguntar.



Vanessa Figueiredo 

Blog Aprendendo a Ser Mãe e Mulher


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