25 de junho de 2012

A importância do brincar - 1º Workshop FP



O papel dos pais e a importância do brincar no desenvolvimento das crianças

Os momentos de interações lúdicas e de brincadeiras são necessários para tornar os pais agentes ativos no desenvolvimento dos seus filhos


Quando o desenvolvimento infantil entra em pauta, temas como os reais benefícios do brincar, o tempo dedicado aos filhos e as atividades mais indicadas para potencializar o aprendizado das crianças estão entre os que geram as maiores dúvidas. Pensando nisso, Fisher-Price, empresa do grupo Mattel que desenvolve brinquedos infantis, convidou a especialista Teresa Ruas, que também é consultora da marca, para liderar um debate sobre o papel dos pais no desenvolvimento de seus filhos.

Estudiosa do tema, Teresa destacou a importância do brincar como parte fundamental do desenvolvimento das crianças em diversos aspectos. “Uma criança que não brinca e que não passa por experiências lúdicas prazerosas, de descoberta e de conhecimento de suas habilidades e dificuldades na infância, tem uma grande probabilidade em tornar um adulto com dificuldades sociais e afetivas, o que dificulta o convívio em sociedade”, afirma ela, alertando que as experiências vividas durante os primeiros anos interferem diretamente na formação das crianças.

De acordo com a especialista, é importante que as crianças experimentem as duas formas de brincar: a livre, sem regras e normas, e a dirigida, na qual um adulto (pais, cuidadores, professores) traz a sua experiência, o seu conhecimento e seu papel social para o momento de descontração. “Enquanto a primeira é essencial para elas soltarem livremente a imaginação e explorarem o mundo ao seu redor, a presença dos pais é fundamental para direcionar alguns conhecimentos e enriquecer a brincadeira”, alerta.

Outro ponto abordado pela especialista foi em relação à qualidade do tempo que os pais passam junto aos filhos. “Muitos pais sentem culpa por ter pouco tempo disponível diariamente para os filhos. Costumo dizer que isso não é necessariamente um problema, mas pode se tornar se, durante o momento de interação com os filhos, os pais não se entregarem por inteiro e nem estiverem totalmente disponíveis para esta relação”.

Transformar a hora do banho em um momento especial, contar histórias antes de dormir e brincar de casinha foram alguns dos exemplos citados por Teresa. “Acreditava-se, há alguns anos, que a genética era a única responsável pelo desenvolvimento da criança. Era comum a mãe ou o pai deixá-la brincando sozinha em um canto da casa. Hoje, os especialistas acreditam que as experiências ambientais, assim como a participação efetiva dos adultos, são fundamentais para o comportamento e crescimento sadio do filho”, completa Teresa Ruas.


Sobre a especialista

Teresa Ruas
Consultora da marca Fisher-Price, da Mattel, desde 2010, Teresa Ruas é professora de graduação do curso de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina do ABC e orientadora de Trabalhos de Conclusão de Curso na especialização em Reabilitação aplicada à Neurologia Infantil da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A terapeuta ocupacional graduada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar- SP) realiza pesquisas e acompanhamentos relacionados ao desenvolvimento infantil, enfocando o brincar como principal ação e recurso para promoção da saúde infantil. É mestre em Educação Especial com enfoque na Educação do Individuo Especial e Prevenção de Deficiências (UFSCar - SP) e doutoranda em Ciências da Saúde (Faculdade de Medicina do ABC - SP). Trabalhou em instituições, como a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e atualmente realiza trabalhos de triagem
do desenvolvimento infantil e suporte informacional aos pais em uma Unidade Básica de Saúde.

Legenda da foto
Chris Flores, jornalista e apresentadora; Teresa Ruas, especialista em desenvolvimento infantil e consultora Fisher-Price; e Thais Souza, gerente demarketing de produtos infantis e pré-escolares da Mattel.

22 de junho de 2012

Carta de uma mãe para uma filha

Hoje recebi uma linda mensagem no Facebook e ela mexeu muito comigo. Quantos de nós não cometemos erros com nossos pais ao ficarem mais velhos mesmo sem perceber? Que tal pensar um pouquinho e mudar alguns hábitos? Um dia estaremos no lugar deles... Pense nisso. Test Drive Mami deseja um final de semana maravilhoso e repleto de boas notícias!

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“Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, eu peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.

Se quando conversarmos, eu repetir a mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir.

Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule. Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?


Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando.


Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante. Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.

E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos.

Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor. Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, eu te amo minha querida filha.”

Fonte: Spring in the Air

13 de junho de 2012

BC: Religando as turbinas...

POST VENCEDOR DA Blogagem Coletiva sugerida pela Rede Mulher e Mãe.






"Asas batendo, marcha de decolagem, turbinas e jáááá"... calma, não é doideira não, é só uma frase que lembrei de um gato amarelo de um dos desenhos do Pica-Pau.

Na fase de namoro tudo é uma delícia e o sexo melhor ainda. Principalmente para aqueles que só conseguem se ver aos finais de semana, porque daí é uma loucura. A paixão, o tesão, tudo está à flor da pele. Não esquecendo de falar dos amores proibidos, ou então, do sexo proibido que fica melhor ainda.

Daí, vem o noivado (ou não, pois algumas pessoas pulam essa parte) e enfim o casamento (que aqui também se encaixa o termo "morar junto") e certas coisas mudam de figura.

No início o sexo é praticamente todo dia. Então passa para umas duas ou três vezes por semana, até que fica semanal e talvez (quando há "DRs") mensal. Mas, até então, são apenas os dois ali. As coisas se contornam rapidamente. Porém, quando chegam os filhos, daí que o caldo entorna!

As mulheres deixam de ser mulheres e passam a ser somente MÃES. Somente mães? Não somente mães desmerecendo o título de mãe, mas somente mães no sentido de que sexo passa a estar em 4º ou 5º plano, por aí. E isso dura meses, muitas vezes anos.

E para voltar ao que achamos "normal"? 

Bom, daí temos que entender o que é o normal: uma vez por semana? duas? mensal? Avulso (opa)?

Entendida essa parte, vamos lá, como voltar ao normal?

Bem, eu estou nessa fase de descobertas e pensamentos mil e tentativas milhares, rs. E cheguei às seguintes conclusões:

1º - Eu tenho que querer mudar alguma coisa;
2º - Ele tem que querer mudar alguma coisa;
3º - Os dois querendo, devemos nos lembrar do porquê estamos juntos, por que casamos, por que tivemos filhos?
4º - Encontrando as razões, passemos a lembrar o que éramos e como estamos. Mudamos? Pra melhor ou pior? Dá pra melhorar?
5º - E juntos, temos que baixar as guardas, tentar a reaproximação, a reconquista e enfim, religar as turbinas do sexo...

E agora, depois de todos esses passos, estamos "nos encontrando" de novo. O sexo ainda é semanal, rs. Mas o carinho já está voltando e o romantismo também. Daí a cumplicidade vem junto, os diálogos aumentam e a filha volta a dormir no berço dela com mais facilidade (claro que EU a levo pro berço, né?)

Até ganhei flores de surpresa no dia dos namorados!! Olha só que mudança!

É isso aí... na torcida por todas que passam pelo mesmo que eu e muitas, fica uma grande "bjoca"

Canhotismo


O canhoto é aquele que desenvolve as habilidades com o lado esquerdo do corpo. Tem maiores habilidades para escrever e desenvolver atividades utilizando a mão, o braço e a perna esquerda.

Ainda hoje, diverge-se muito sobre o canhotismo ser um fator genético. Alguns estudos mostram que há uma possibilidade maior desta característica aparecer em famílias com outros casos do que em famílias sem histórico, porém nada comprovado cientificamente.

A partir de 3 anos as crianças começam a demonstrar mais habilidade com um uma das mãos, mas não é possível determinar que ela será canhota ou destra. Quando a criança começa a alfabetização propriamente dita que é possível determinar isto, se o fator for genético/natural.

Existem algumas histórias dizem que famílias que não aceitavam estava condição e tentavam fazer as crianças a aprender a usar a mão direita, pois acreditavam que a mãe esquerda não era adequada. Uma das histórias mais comuns é a de que se amarrava a mão esquerda para forçar o uso da outra mão em atividades como escrever e serviços domésticos.


Muitas vezes o canhoto tem algumas dificuldades no momento da alfabetização, pois podem escrever espelhado e sujar a escrita (passam a mão sobre o que acabaram de escrever). Porém, com uma boa orientação a criança não sentirá dificuldades maiores uma vez que estas dificuldades também ocorrem em crianças destras.

Não há diferença entre crianças destras e canhotas, existe apenas o desenvolvimento cerebral diferenciado, porém ambas tem a mesma capacidade de aprendizado e chances de desenvolvimento motor.



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