31 de maio de 2013

Mega Bebê na Feira da Gestante, Bebê e Criança


CORUJAS


Se você é de São Paulo, tá grávida, tem um bebê ou uma criança, não vai querer perder essa! A Mega Bebê, loja virtual de artigos para mamães e bebês, estará com seu stand de vendas na Feira da Gestante, Bebê e Criança, que acontece entre os dias 11 e 16 de junho na Bienal do Parque do Ibirapuera.

A Mega Bebê vende desde roupas e acessórios para bebês e crianças, até acessórios para amamentação. Ela tem até pijamas coordenados mães e filhos. O foco principal é oferecer produtos inovadores e diferentes e peças que não são encontradas com facilidade no mercado. A Mega Bebê é uma loja virtual multimarcas, e fabricante das marcas Magic Lupa e Hug Me Mommy (Slings).

E se você não mora em Sampa ou acha que não vai dar tempo de ir conferir a feira, que tal mais essa promoção? A Mega Bebê está com promoção Frete Grátis para todo o Brasil nas compras acima de R$150,00 durante o mês de junho! Quer mais moleza que isso?

Corre lá e dá uma checada nos produtos!

*Esse post é um publieditorial*

30 de maio de 2013

Receita de quinta: Panquecas sabor Mickey

Extraordinariamente, decidi fazer um post no meio do feriado. Achei que vocês mereciam... sei lá, vai ver eu merecia.

Filho acordou hoje e não quis leite, não quis fruta, não quis nada. Daí ofereci pão, ofereci ovo, leite com fruta. Nada.

Perguntei se ele queria panquecas do Mickey e o bichinho pulou feliz!!!!


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Fomos nós dois pra cozinha, ele "misturou" e eu fui adicionando os ingredientes. 

Panquecas sabor Mickey (panquecas americanas)
- 1 ovo
- 1/2 copo de leite semidesnatado (acho que qualquer leite serve, tá?)
- aproximadamente 4 colheres (sopa - de mãe) de farinha de trigo - vai depender do clima, se estiver úmido precisa de mais
- 1 colher (sopa - de mãe) de manteiga - derreter no microondas
- 2 colheres (chá) de açúcar (ou 1 de açúcar light)
- 1 colher (chá) de fermento em pó

Preparo:
Misturar tudo (ovo, leite e açúcar primeiro, depois junta manteiga, farinha e fermento) até dar ponto de massa de bolo (não fica líquido, mas não fica igual bolinho de chuva).

Untar uma frigideira antiaderente com margarina e fritar. Eu modelei com colher mesmo. Uma colher de sopa para a cabeça, 2 de chá para as orelhas. É só deixar dourar.

Servi puro, porque o Diogo não gosta de nada em cima, mas pode servir com geleia e requeijão, só com um dos dois, com calda para sorvete, ou se você tiver em casa, Mapple Syrup.


Voilá.


Bom feriado, galerinha!
Beijocas


28 de maio de 2013

2º Workshop Fisher-Price: bate papo e Feliz Demais!

Estava devendo as fotos e um resumo do que foi o 2º Workshop da Fisher-Price! 

E aqui estou pra contar um pouco das novidades e do encontrão com blogueiras convidadas.

O evento foi no dia 30/04, no Spa Kabanah, em São Paulo. As embaixadoras Angi Simon e Rose Misceno também estavam presentes, além da Mariana Belém (como mediadora), Prof. Dr. Cláudio Basbaum e Thais Nicolau (gerente Fisher-Price Brasil).

Nem preciso dizer que foi maravilhoso, né?



Eu, Angi e Rose ♥ Embaixadoras Fisher-Price


A Thais Nicolau finalizou o workshop com uma novidade sensacional: a nova campanha da marca, presente no site e intitulada de ‘Feliz Demais’. O espaço recebe dicas e informações de três convidados: Dr. Claudio Basbaum, ginecologista-obstetra e colaborador Fisher-Price; Teresa Ruas, especialista em desenvolvimento infantil e consultora Fisher-Price; e o pediatra Dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria. 

feliz demais

Cliquem na imagem e conheçam o site e seus especialistas.

E pra fechar com chave de ouro, Prof. Dr. Cláudio Basbaum (um fofo), respondeu algumas perguntinhas feitas aqui nos bastidores e que sei que vai esclarecer dúvidas que sempre temos (forever) sobre esse mundo materno:

TDM: Porque os médicos não incentivam mais a amamentação?

Dr. Cláudio: Gostaria de deixar claro que não concordo com essa atitude. Nós, enquanto obstetras, precisamos conscientizar a futura mamãe dos benefícios que a amamentação propicia para ela e também para o bebê.  Desconheço os motivos que os profissionais da saúde possam se impor a uma prática tão saudável e que salva vidas.

Para a mulher, o ato contribui para a redução do sangramento pós-parto, exerce efeito contraceptivo, reduz a possibilidade de câncer de mama e de ovário, etc. Já para os bebês, está mais do que comprovado que mamar reduz significativamente a mortalidade infantil, previne diarreias, oferece melhor nutrição, reduz as chances de obesidade infantil e diminui a incidência de alergias na pele e nos aparelhos digestivo e respiratório.  
Além disso, há os benefícios psicomotores, desenvolvimento intelectual e cognitivo das crianças.


TDM: Porque os médicos não orientam melhor a mulher sobre os preparos para um PN?

Dr. Cláudio: Para que a gestação e o parto se desenvolvam favoravelmente e em segurança, é indispensável um pré-natal de qualidade.
Durante a gravidez, a mulher vivencia grandes mudanças físicas, emocionais, sociais e até profissionais e todas essas transformações geram muita insegurança e ansiedade pra ela. Por isso, a equipe médica tem obrigação de acompanhar de perto a gravidez, o parto e o pós-parto, a fim de prevenir e minimizar os possíveis impactos que naturalmente ocorrem. 


TDM: Quais os REAIS indicativos para uma cesárea?

Dr. Cláudio: As indicações são diversas e tem como objetivo impedir repercussão de riscos maternos e fetais, mas elas requerem avaliação e decisão precisa do profissional da saúde.

Causas maternas: diabetes gestacional, hipertensão, pré-eclâmpsia e eclampsia, hemorragias no último trimestre (placenta prévia, descolamento prematuro da placenta), iminência de ruptura uterina (decorrente de cicatrizes de cesáreas anteriores), desproporção feto-materna, alteraçóes que levam à obstruçao do canal de parto (como defeitos ou traumas sobre a bacia óssea), câncer de colo de útero;

Certas condições como HPV, herpes genital, HIV+ deverão nortear a via do parto, caso a caso, sob a estrita avaliação da equipe médica.

Causas fetais: sofrimento fetal agudo, retardo de crescimento intrauterino (principalmente quando complicado pela redução anormal do volume do líquido amniótico), macrossomia fetal (peso fetal igual ou superior a 4kg), incompatibilidade sanguínea.


TDM: Depois de quanto tempo o útero está realmente preparado para uma nova gravidez?

Dr. Cláudio: Após parto normal, é desejável (em termos de útero) que haja um intervalo de pelo menos três meses para uma nova gestação. 

Em casos de cesárea, é recomendável o dobro deste tempo para que corra uma adequada integração dos tecidos seccionados e suturados no ato operatório. 

Entretanto, prefiro recomendar intervalo de, pelo menos, 12 a 18 meses. Este intervalo é importante do ponto de vista da recuperação materna (social, física, psicológica, sexual, temporal), dando tempo para que seu corpo e espírito se recomponham para mergulhar numa nova experiência de gravidez.


TDM: É verdade que o útero fica fino, depois de sucessivas gravidezes, e ele corre o risco de se romper?

Dr. Cláudio: Não, esse conceito de afinamento do útero é um mito. O útero é um órgão muscular, com excelente resistência e elasticidade, e suporta perfeitamente várias gestações normais sem que isto implique em sua fragilização.

Claro que condições anteriores, tais como gestação múltipla, bebês muito grandes e histórico de partos cesáreas podem interferir na atividade contrátil do órgão.


TDM: Quando a enfermeira diz que a mulher está com uma "polpinha” (após exame de toque), o que significa?

Dr. Cláudio: A expressão quer dizer polpa digital. Ou seja, a pontinha do dedo do médico, que seria a medida da dilatação em que se encontra o colo do útero.

O parto vaginal ocorre quando a dilatação do colo for completa, alcançando 10 cm (equivalentes a cinco dedos de dilatação).


TDM: Existe parto normal sem dor?

Dr. Cláudio: Apesar de eu já ter visto, realmente não é o mais comum. Como médico, posso orientar e estabelecer procedimentos que proporcionem o bem-estar e maior conforto da parturiente, como o uso de recursos terapêuticos e medicamentosos. 

Costumo dizer que a mulher poderá ter bebê com naturalidade desde que esteja em um clima de harmonia e paz e com liberdade e lucidez.
 

TDM: É verdade que o próprio organismo expulsa a placenta após o nascimento do bebê?

Dr. Cláudio: Sim, após o parto o útero mantém a sua contratilidade. Ou seja, ele se contrai e retrai causando a separação entre a placenta e a parede uterina. Chamamos isso de dequitação.

Em geral (95% dos casos), a expulsão da placenta se faz naturalmente, e de modo espontâneo, em torno de 10 a 15 minutos após o nascimento do bebê.

TDM: Qual a sua opinião sobre os procedimentos estéticos logo após o parto?

Dr. Cláudio: Apenas recomendo a atividade física bem dirigida, iniciando com o trabalho isométrico e depois passando para exercícios resistidos (musculação). A coluna merece atenção especial, já que foi tão exigida durante a gravidez, aos músculos do abdômen e períneo.

Durante a gestação e também no pós-parto, a mulher deve ficar atenta à alimentação, presença de manchas na pele, celulites e estrias.

Obrigada a toda equipe Fisher-Price, às blogueiras que abrilhantaram esse evento, às embaixadoras e os especialistas por compartilhar suas experiências.


Beijos e até a próxima!

PS: Hoje é o Dia Mundial do Brincar. Criado em 1999, o Dia Mundial do Brincar é celebrado em mais de 20 países no dia 28 de maio. A data tem o objetivo de estimular algo simples e natural, o brincar. Para a Mattel do Brasil, "brincar pode contribuir para o melhor desenvolvimento das crianças". No Brasil, a Mattel também desenvolve iniciativas sociais com o objetivo de reforçar a importância do brincar entre diferentes públicos. Um exemplo é a capacitação de educadores sobre a importância dessa atividade para a formação das crianças.


23 de maio de 2013

Coisas que ninguém nunca ensinou...


Felipe 245
Arquivo pessoal

Tudo começa quando nascemos. E digo quando nascemos do sexo feminino (nada contra os pais-mães e feministas, mas...). O mundo cor de rosa (ou amarelo, no meu caso), de nossas mães, começou e tudo ao nosso redor é sinônimo de vestidinhos, lacinhos, brinquinhos, pulseirinhas, prendedores, sapatinhos combinando!

Crescemos com todos esses mimos (em sua maioria) e cuidados específicos de meninas. A medida que o tempo passa, vamos nos familiarizando com as 'funções' que a mãe tem em casa, com a rotina e até nos arriscamos a 'querer fazer alguma coisa pra ajudar' (quando alguém deixa, claro) a lavar os pratos, passar pano, limpar móveis e até cozinhar.


Eu amava ajudar a minha mãe e amava lavar os pratos só pra fingir que era apresentadora de programa de culinária e detonava o detergente fazendo comidas de espuma!

Mas o tempo passa e muito rápido! Num instante somos adolescentes. Brigando e protestando com tudo e todos, estudando para não ficar de recuperação, amores platônicos, namoradinhos, TPM, menstruação. O tempo continua passando e a vida começa a nos dar responsabilidades de adulto: faculdade, farras, paixões,  trabalho...

Até que um dia você sente a necessidade de sossegar e resolve que aquele amor é pra casar. Casamento, casa nova, curtição a dois, viagens, trabalho, discussões, rotina, só pra dar exemplo do que se compõe um início da vida a dois.

De repente (normalmente), começamos a sentir que falta alguma coisa... E você se vê grávida! É um mix de felicidade, insegurança, medo, ansiedade que não conseguimos explicar. Gerar um filho é mágico! Você já é mãe!!


Teu e Lipe
Arquivo pessoal
E, como o 'tempo não pára' (como diria o saudoso Cazuza), nasce o bebê sonhado. Junto com ele nasce a mãe, propriamente dita, com muito medo de errar e ansiosa pelo reconhecimento que está fazendo um belo trabalho.

Mas o bebê não é nada daquilo que ela leu durante toda a sua gravidez, nas centenas de sites e blogs que viu pela internet, nem nas comunidades que participou, muito menos nos 5 livros que comprou na livraria! Claro que tem uma coisa ou outra que coincide, mas nunca, nunca é igual. O seu bebê é único. É reflexo do seu sentimento, bem estar, do seu emocional. Se você estiver tensa, ele sentirá (ou não) e assim por diante. Não existe um manual e nem nunca existirá. As dicas de sua mãe, irmã e amigas serão sempre valiosas, mas só você saberá acalentar o seu filho.

A mamada, a troca de fralda, o banho, o colo, o beijo, o afago, o choro, as cólicas, a fome...tudo isso você aprenderá e se aprimorará com o treino diário.

Somente você tem o colo e o cheiro que ele reconhece. Quando damos mamá, ele sente a nossa temperatura e o bater do nosso coração. Por isso que esse também é um momento considerado mágico e de total devoção.
Reconhecemos nossos pequenos pelo olhar, pelo comportamento, pelo cheiro!

Somos fêmeas ferozes quando precisamos defendê-los. Temos ciúmes quando eles se sentem bem com outras pessoas (às vezes, inclusive dos pais).

Algumas sentem um aperto no peito quando precisam deixá-los para retornar ao trabalho, mas sabemos que é pela necessidade e o amor nunca será diminuído por causa disso.

Ser mãe é se doar em todos os sentidos... é viver e dar a vida por seu filho!

E não precisa gerar pra saber disso, até porque, mesmo sendo mãe de primeira, segunda, terceira, adotiva, mãe-avó, pai-mãe, você sempre aprenderá coisas que ninguém nunca te ensinou!



21 de maio de 2013

Semana Mundial do Brincar - de 19/05 a 26/05

Esta semana é muito importante para a Aliança pela Infância, pois é uma mobilização que reúne diferentes atores, como pais, educadores, médicos, comunicadores, instituições privadas, representantes de instituições governamentais, entre outros. Juntos, realizamos um conjunto de ações com o objetivo de ressaltar a importância do Brincar na sociedade.

O foco  é lembrar os adultos sobre a necessidade de preservação e o respeito do tempo das crianças brincarem.  Cada vez mais vemos famílias que, por não poderem  ter um tempo de qualidade com seus filhos, compram vídeos, jogos eletrônicos entre outras coisas e passam menos tempo ao lado deles.

Chamamos de tempo de qualidade aquele que os adultos passam com as crianças, quando eles estão presentes com atenção e com amorosidade. Trata-se da presença atenta à intermediação, quando necessária, quando solicitada. Nada mais.



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São manhãs e tardes com oficinas e espaços abertos para brincadeiras, música, artes plásticas, teatro, danças, circo, leitura, contação de histórias, manifestações culturais tradicionais e atividades livres em espaços lúdicos com brinquedos não estruturados. Também há para adultos, a  organização de palestras e debates sobre este tema.

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As comemorações ocorrem em todos os núcleos da Aliança pela Infância e nos municípios que entram em contato com a gestão nacional da Aliança pela Infância, para desenvolverem ações em parceria. 

Veja a programação completa AQUI
Para mais informações, entre em contato conosco.
alianca@aliancapelainfancia.org.br
+55 11 3578 5004 / 5001


20 de maio de 2013

O filho que eu quero ter (bem educado)



Lavando a mesinha, usando o tênis como vasilha (mereço)

Para embalar o post, uma musiquinha... (pega a caixa de lenço para ouvir!)

Quando o Diogo tinha 11 meses eu relatei no meu blog o quanto ele estava aprendendo a ser gentil e dividir suas coisas com os outros.

O fato é que as coisas vão mudando com o tempo, e ele tá naquela fase egoísta com outras crianças - a menos que dividam seus brinquedos com ele, ele não quer emprestar. A coitada da filha da Hanna que o diga! rs

Mas em outras coisas ele continua aprendendo a ser um bom menino. Diogo pede licença, fala obrigado e por favor. E isso é um passo enorme!!!

Sou dessas mães que não acreditam em reforços de ordens para as crianças aprenderem. Não acho que eu tenha que dizer para ele "como é que faaaaaala???" para ele agradecer por algo. Ele apenas sabe. E por que  as coisas fluem normalmente aqui? "Filhos seguem exemplos, não conselhos".

Procuramos mostrar para ele, diariamente, que é importante usar as "palavrinhas mágicas", sem nunca termos ensinado. Não é porque o garçom está no trabalho e o serviço dele é atender às mesas, que não podemos pedir "por favor" que ele traga um suco ou nosso prato. Não é porque ele nos serviu "como deveria" que não nos cabe dizer obrigado. E não é porque a Trudy é cachorro que não devemos pedir licença para ela sair do sofá e nós podermos sentar.


E a lição foi aprendida assim, diariamente, com muito carinho e dedicação da família. Com exemplos é muito mais fácil ensinar do que falar sem fim.

Hoje em dia, ele acorda e fala bom dia. Dá boa noite quando vai dormir. Cumprimenta todos os vizinhos da Vila onde moramos, e se oferece para "adjudar" a avó ou a mamãe nas tarefas do dia-a-dia, como varrer e apanhar o lixo com a pá ou colocar as roupas na máquina de lavar. E vira e mexe pede para lavar a louça.



Juntando o lixo do quintal com a vovó


Ainda tem muito caminho pela frente, mas a cada "obrigado, mamãe" eu sinto que estamos um passo à frente e no caminho certo para criar um bom cidadão.

19 de maio de 2013

Fisher-Price apresenta novidades para o mercado


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Para atender as mães brasileiras e seus filhos de zero a cinco anos, a Fisher-Price, marca da Mattel de brinquedos e acessórios de puericultura, lança produtos inovadores no mercado brasileiro. 

Thais Nicolau, gerente de produtos infantis e pré-escolares da Mattel do Brasil, destaca que os itens foram trazidos a partir de uma necessidade do mercado. “Realizamos constantes investimentos em pesquisas para saber o que os nossos consumidores querem”, diz. Como exemplo, estão os berços de balanço e o item Snack n´Play.

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Cadeira de Balanço Minha Infância
A nova cadeira de balanço Minha Infância cresce junto com o bebê: um balanço para recém-nascidos que se converte em uma cadeira para o bebê mais crescidinho.Ela é prática na hora da alimentação e do sono e os bebês maiores poderão usá-la como sua cadeira de balanço – até alcançarem um peso de 18 kg. Há também uma barra de brinquedos macia com três brinquedos divertidos e música que é ativada quando a criança bate. Para ter acesso ao bebê quando ele estiver maior, basta removê-la. Além disso, a cadeira possui vibrações calmantese o acolchoado pode ser lavado na máquina.
Preço sugerido: R$ 399,99.



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Cadeira de Balanço Minha Infância Meninas
Esta é uma cadeirinha para meninas com estampa de coelhinho e três brinquedos interativos que se encaixam na barra. A cadeirinha de balanço com apoio dobrável é facilmente convertida em um assento fixo para alimentação ou sono, podendo ser usada conforme o bebê cresce. Ela também pode ser usada como cadeira de balanço por bebês 
maiores - até alcançarem um peso de 18 kg. Há uma barra macia com três brinquedos giratórios: uma borboleta com um coração pendurado que toca música ao ser puxada e duas flores de cada lado. A barra é facilmente removida para ter acesso à menina, ou mesmo para quando ela estiver mais crescidinha. O produto possui vibrações calmantes e o acolchoado que pode ser lavado na máquina.
Preço sugerido: R$ 399,99.

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Ginásio Fundo do Mar
Este ginásio possui um tapete grande e três arcos projetados para permitir fácil acesso ao bebê. O móbile motorizado superior traz duas luzes e música e pode ser removido
permitindo que seja usada num carrinho de passeio. A mamãe pode escolher entre três modos: apenas música; música e luz e música, luz e movimento. A música toca por até 20 minutos. O ginásio vem com sete brinquedos reposicionáveis: 1. Baleia com chocalho de estrela-do-mar 2. Caranguejo com batedores 3. Foca dançarina 4. Espelho 5. Mordedor 6. Personagem em formato de peixe para brincadeira de bruços 7. Móbile superior com dois personagens macios: o caracol e o peixe, e um personagem rígido e macio, que é o polvo.
Preço sugerido: R$ 399,99.



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Piano Cachorrinho
O Piano Cachorrinho traz o personagem com narizinho que acende e quatro teclas com muita diversão musical. O piano é do tamanho ideal para levar para qualquer lugar. O brinquedo possui três modos diferentes - Aprendizagem, Música e Bilíngue - ensinando sobre cores, números, animais e seus sons, partes do rosto, cumprimentos e primeiras palavras, em português e inglês. Pressione as teclas para ouvir as notas do piano, cores e números em ambas as línguas, além de sons de animais. O bebê pode criar sua própria música pressionando as teclas que acendem. Além disso, a criança aprenderá sobre os animais e seus sons - um animal diferente a cada tecla. Apertando o nariz do cachorrinho, ele acende tocando músicas educativas. Com 12 canções no total, o bebê vai poder aprender através da música. 
Preço sugerido: R$ 129,99.




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SNACK N´PLAY
O Snack n’ Play é um produto 2 em 1 portátil e versátil, fazendo dele um ótimo lugar para o bebê brincar e também se alimentar. De um lado, atividades que entretêm e mantêm o bebê ocupado. Há o pássaro que gira, animais que mexem a cabeça, cesto de picnic que faz barulho de chocalho, sol rotatório e contas. Sem contar o espelho com um brinquedinho de pato, uma esfera giratória e mordedor. Já do outro lado, o bebê poderá fazer um lanchinho na superfície fácil de limpar ou brincar na bandeja de brinquedo removível. O acolchoado se encaixa no assento e pode ser removido e lavado na máquina. O assento pode ser travado, tanto para brincar como para comer. Todo o produto é dobrável, facilitando o transporte e armazenamento.
Preço sugerido: R$ 699,99.

Sobre Fisher-Price®

A Fisher-Price, empresa do grupo Mattel Inc., há 80 anos desenvolve brinquedos infantis e pré-escolares e acessórios de puericultura que despertam na criança novas sensações e habilidades. Para garantir o padrão Fisher-Price, cada produto demora, em média, um ano para chegar ao consumidor final, pois antes de seu lançamento, ele é testado por crianças e especialistas de diversas áreas - o que comprova a preocupação da empresa em criar produtos que contribuam efetivamente para o desenvolvimento infantil. O site www.fisher-price.com.br possui informações que auxiliam os pais a cuidarem e estimularem o desenvolvimento de seus filhos por meio de brinquedos e brincadeiras. Além disso, fornece dicas de atividades lúdicas para as famílias.

PUBLIEDITORIAL

17 de maio de 2013

Deschupetamento? Como meu filho largou a chupeta.

O desfralde na minha casa foi algo muito simples e sem traumas, contei aqui na semana do desfralde. Eu já estava preocupada pois os dentes do Arthur estavam ficando tortos e separados, fiquei com medo que depois tivesse que enfrentar problemas com a dentição. Começou a ficar bastante dependente da chupeta e já fui pedindo dicas para as amigas no Facebook.

Várias pessoas me contaram as mais variadas versões para que, o que eu desejava, acontecesse. Me disseram para amarrar na janela, esconder, dar pro coelhinho da páscoa, furar a chupeta ou trocar por algum presente. Eu já estava preparando-o a alguns dias, mas sem coragem de começar. Uma pessoa me disse que simplesmente não achava a chupeta, disse ao filho e após alguns dias de chororô ele aceitou.

Tendo em vista que tirar a fralda de dia tinha sido algo fácil, já imaginei que tirar a chupeta também seria. Um belo dia, estávamos assistindo Gremlins na televisão, só o deixei assistir ao começo enquanto o Guizmo é um animalzinho fofo!







Fomos deitar e ele me perguntou da chupeta. Ela tinha sumido, aliás, todas as chupetas haviam sumido e não foi proposital. Falei que não estava encontrando e ele me perguntou se tinha sido o Guizmo que tinha levado suas chupetas para a caixinha dele. Pimba! Eureca! "Sim, meu filho, o Guizmo pegou suas chupetas pra ele porque ele é um bebezinho, tá?" "Tá bom mamãe!" - virou para o lado e dormiu, sem chorar.


No dia seguinte, ja imaginei que sofreria com as birras e acessos de raiva porque a chupeta tinha sumido mas me enganei: ele se afeiçoou tanto ao Guizmo que aceitou o fato de ter perdido suas chupetas para ele. 

Ainda mantenho a naninha mas ele nem precisa mais dela para dormir. Já encontrou chupetas depois de ter largado o "vicio", chorou um pouquinho mas conversando entendeu.

A grande verdade é que não existe fórmula mágica. É preciso que você descubra e defina a hora certa para que isso aconteça e se prepare. Cada criança reage de forma diferente.

Seja qual for o método, uma vez definida a data, não volte atrás, seja firme!

Já o vejo nos encontros com os Amigos Deschupetados Anônimos se apresentando: "Oi, eu sou Arthur, e há 3 meses não chupo mais chupeta!" 

15 de maio de 2013

A minha maternidade – as minhas escolhas

Por Tathy Junqueira


"A maternidade não é uma batalha contra outras mães. 
Maternidade é a SUA jornada com os SEUS filhos"


Pensando sobre o post que eu ia escrever pra nossa Semana das Mães, um monte de opções de posts passou pela minha cabeça. Também, pra variar, passei muito tempo no Pinterest - até para achar opções pra postar na nossa fanpage – e achei um monte de imagens que eu adorei, algumas com frases muito bacanas sobre a maternidade.

Enfim, uma das que eu achei foi essa, e me chamou a atenção porque concordo muito com ela.

A maternidade me realizou. Claro que tenho outros sonhos na vida, quero muitas coisas pra mim. Até porque "sonhar" com algo é o que faz o mundo girar, na minha opinião. Você sempre tem que querer alguma coisa, buscar alguma coisa. Então, claro que ainda tenho muitas coisas que quero realizar. Mas o meu maior sonho eu já realizei, sim. Eu sempre quis ser mãe, e sempre quis ser mãe de menina. Então, ser mãe da Ellis me torna uma mulher realizada todos os dias. Eu acordo com um sorriso e um bom dia cheio de alegria, em cada abraço apertado, em cada carinho, em cada brincadeira eu me realizo. Outros sonhos nasceram desse sonho, pra completá-lo, ainda tenho outros sonhos a concretizar. Mas, o meu grande sonho já se realizou. Então me sinto realizada.

Mas, fui explicar uma coisa, expliquei outra. Só queria compartilhar que realizei meu grande sonho sendo mãe. Porque, simplesmente, sendo esse o meu grande sonho, eu faço o que eu posso e acho melhor fazer no meu papel de mãe, pra minha filha, Ellis. O que eu acredito que seja o melhor. Pra mim, pra ela, pra nossa família. É uma relação mãe e filha que é nossa, só nós podemos vivenciá-la e só nós podemos escolher como fazer isso. O nosso dia a dia, nossas brincadeiras, nossas pequenas tradições do tipo fazer farra na cama todo dia de manhã. O modo como eu resolvi educá-la. O que, quando e porque ela come ou não determinadas coisas. Conceitos que eu tinha antes de ser mãe e permaneceram, outros que revi depois que fui mãe. Os famosos cuspes pra cima pra caírem na testa.

E cada mãe e filha(o) tem a sua própria jornada, sua viagem pela maternidade, sua particularidade, seus anseios, seus medos, seus sonhos para vivenciar isso. Tem gente  preocupada demais com o que as outras pessoas estão fazendo e como estão vivendo e acabam esquecendo de vivenciar a própria jornada. Enfim, esquecem que todas nós queremos a mesma coisa: o melhor pros nossos filhos. E o que é melhor para umas, não é, necessariamente, melhor para outras.

Cada uma tem uma história de vida, uma experiência, sonhos, vontades e por aí vai. Cada uma tem um ou mais filhos(as) únicos(as). Como é que pode ser igual? Como é que podem querer que alguém faça algo que ela faria? E para quem tem mais de um filho, vive uma viagem, um caminho, uma relação diferente. Se muda uma pessoa no cenário, muitas coisas já mudam. Então como é que em uma relação onde todas as pessoas envolvidas são diferentes? Como é que as coisas vão acontecer da forma que uma outra pessoa, que não faz parte dessa relação, quer? Não tem como. Vamos viver a nossa viagem pela maternidade, cada uma a seu modo, como preferir. Até porque assim mostramos aos nossos filhos que podemos respeitar opiniões e escolhas diferentes das nossas.



"Eu vejo quem eu quero ser nos olhos da minha filha"


É isso. Eu olho pra Ellis e vejo nos olhos dela quem eu quero ser. E a cada dia eu tento o melhor e faço o melhor que posso. Sempre tem alguma coisa pra melhorar. Até porque as necessidades dela mudam, eu também mudo a cada dia. Então, todos os dias, eu tento ser a melhor mãe que posso ser pra ela. A mãe que ela precisa que eu seja. Espero estar fazendo um bom trabalho e espero que eu esteja conseguindo ser a mãe que ela vê em mim.

13 de maio de 2013

Parto do princípio - Uma visão sobre tipos de partos


Por Consuelo Zurlo




Desde o finado e renegado Orkut que estou em redes sociais, e principalmente depois dos nascimentos dos meninos em 2007 e 2009, um assunto recorrente consegue me tirar do sério de tão sem sentido que é, e a discussão sem fim: O parto.

Sim, o começo de uma família, de uma nova vida, de tudo, inclusive de gente ditadora de regras. Falo do parto, porque a gestação é um outro momento, com outras emoções, outras tantas histórias que posso contar aqui, mas não é o foco de hoje.

Só posso falar da minha história, porque é a que eu vivi, senti, e que minhas decisões repercutem na minha vida, de mais ninguém da internet, por assim dizer.

Passei a gestação toda do primeiro filho sendo a mais cuidadosa possível. Não passava nervoso, sobrevivi a 3 super gripes sem sequer paracetamol, nada de álcool, comida direitinho (apesar de muita, rs), exames todos ok. Pesquisava semana a semana, nestes sites que grávida adora, cada milímetro que crescia ou cada grama que engordava e não parei para pensar que parto eu teria, simplesmente porque era natural para mim: se entrou, tem que sair e meu corpo não me sinalizou nada sobre qual tipo seria.

Não sou médica, mas tenho discernimento para escolher um bom, e segui as orientações direitinho.

Somente no último ultra a notícia que o cordão estava enrolado. Eu, leiga, achei que não teria problemas em fazer cesária e nem cogitei que daria para ser parto normal e insistir em um risco desconhecido e desnecessário. Pode ter faltado informação sim, mas porque eu vivi minha gestação, mas minha gestação não foi uma obsessão, eu tinha outras coisas para pensar além dela.

Não pensei em nada além de que meu filho, tão amado, viesse em segurança ao mundo. Não sei como é um trabalho de parto, mas se for igual dizem, que é a crise renal que tive, dispenso. Marquei sim, porque meu marido precisava dar uma data para sair de férias para cuidar de mim nos primeiros dias. Ou você acha que o RH dá férias a qualquer momento, assim que a bolsa estoura? Pensei nisso sim. O que seria melhor, um RN com uma recém-mãe com ajuda ou sem? E assim foi.

Em nenhum  momento me senti desrespeitada, ou qualquer coisa negativa, no meu parto, e a primeira imagem do meu filho aqui fora é a melhor emoção e ninguém, nunca, vai tirar de mim. 

Beleza, a rotina de RN é puxada e tal e fiquei na curiosidade de como seria ter um parto normal, mas também não tenho traumas da cirurgia (que muita  mulher tem normal de puro medo de ser cortada e não por causa de consciência etc.)

Engravidei de novo e pensei (sim, eu penso muito) "quem sabe agora, poderia viver a experiência?" A GO já logo falou que tinha o risco da cicatriz da primeira cirurgia romper durante o trabalho de parto, ou seja, teria que ser de novo cesária. Fiquei com cara de "fuén", mas não sofri com isso.

Queria o que, que eu arriscasse ter complicações e com 2 crianças (um RN e um de 1 ano e 8 meses) para eu cuidar, toda ferrada? Claro que avaliei e não quis correr riscos. Falo do que eu considerei risco.  Sei de casos bem-sucedidos, mas isso foi depois e escolhi, sim, não escolheram por mim. Deram a informação e eu decidi.

Não contesto que cesária tem riscos, aliás como toda cirurgia, mas não vejo ninguém questionar outras especialidades médicas e peitar o médico no diagnóstico. Acata-se e pronto.

Os que defendem o parto normal têm argumentos que concordo. Eu queria PN, mas só não transformo isso numa inquisição. Tem gente muito legal, que carrega essa bandeira e que respeito pela coerência. Só acho que o assunto, o foco  é informação, para aquelas que querem engravidar ou ainda estão grávidas, para que tomem suas decisões com a maior quantidade de informações. E se, mesmo assim, escolher a cirurgia sem "precisar" é a vida dela, não a minha.

O que caaaaaaansa é essa coisa sem sentido de paridas e operadas ficarem de picuinhas de que eu sou melhor, mais gostosa, só como orgânico e o principal, a hipocrisia de ficar com dedo apontado para quem muitas vezes a gente mal conhece.

Gente, o que me irrita não é o cabo de guerra de ideias (também, vai), mas a criancice de ficarem praticando a intolerância. Beleza, você teve mais informação que eu e pariu, teve estrutura para isso, seus motivos, ótimo. Mas, isso não te faz melhor que eu, nunca, até porque também não sou melhor que ninguém.

Esse ponto de vista também vale para amamentação, chupeta, andador, escola, roupa e tudo mais que implicar em você falar do outro sem conhecer.

Quem defende a liberdade da escolha tem que respeitar quando a feita pelo outro é diferente da sua opinião. Falar que a outra foi enganada, pode até acontecer, mas saiba de cada contexto antes de falar, porque falar ao léu é subestimar a inteligência alheia, no mínimo. E vou parar por aqui porque  essa história não termina nunca. rs

* Post originalmente escrito no meu blog www.motherfacts.blogspot.com

12 de maio de 2013

Dia das Mães - resultado do sorteio

Meninas, desculpem o atraso, mas é dia das mães e estávamos todas comemorando! rs
Bom, fizemos o sorteio. Bora pros resultados?

Aqui, os nomes das mamis que comentaram, na ordem:
1 Vânia Porto
2 Cinthia Carvalho
3 Sandra Harumi Kayo
4 Claudia Santana
5 Priscila Trevine
6 Mayri Lopes
7 Aline Motta
8 Rita Meireles Diedoviec
9 Bia Carvalho
10 Inaiá Barbosa
11 Myrna Vidotto Morelli Nunes
12 Amanda Gabriela Gomes Cabral
13 Rosaní Paschoal
14 Vanessa Yumi Jomori
15 Mirian Garcia
16 Janaína Carneiro
17 Tania de A.Rosa
18 Ana Laura larcher carvalho Peterka
19 Lucimar Nunes
20 caliope ferreira costa
21 Chris Ferreira
22 Suélen Ribeiro
23 Adriana Engelmeyer Bouzan Lopes
24 CARLA MARQUES NAKANO TORRES
25 Filomena Melo
26 Silma Matos
27 Denise Conceição Dias Silva
28 Elizabeth Santos
29 Janaína Costa Marson
30 Priscilla A Goncalves Hoepers
31 Juliana de Paula Porto Gusman
32 Roberta Reinyelle C. Moura
33 Natalie Suzuki
34 MIRNA V M AUGUSTO
35 jandira iara cruz
36 Raquel Regina Faleiro dos Santos
37 Cristiane Fary Martins Padilha
38 Rafaela Correa do Carmo
39 Vanessa Ardisson
40 Irene Eva Ribeiro da Silva
41 Marcia Carolina Borges
42 Gislaine Roque
43 Priscyla Rodrigues
44 Bruna Jaqueline Reis Medeiros
45 Vivian Lindsay Rodrigues
46 sara de arcega
47 Jamine G Cambraia
48 Diana Ramlow Coelho Lopes
49 Déborah do Vale
50 Gheysa de Moura Vasconcelos Macedo

E aqui o resultado do sorteio pelo Random.org, com o nome de todas, em ordem de premiação:

TODAS

Primeiro Prêmio - Escova Progressiva Sleek Frizzless da Tutanat: Priscyla Rodrigues
Segundo Prêmio - Cesta de Sabonetes Perfume e Poesia: Natalie Suzuki
Terceiro Prêmio - Cesta de Sabonetes com cheirinho de cereja da Eu que Fiz: Filomena Melo
Quarto Prêmio - Pulseira de couro com nome da Calanca's Bijoux: Jamine G. Cambraia
Quinto Prêmio - Vale Compras de R$50,00 da Cia da Arte: Rafaela Correa do Carmo


Se você não foi sorteada, não desista, sempre temos sorteio por aqui. É só ficar ligada na nossa fanpage e aqui no TDM.

Meninas, não esqueçam, por favor, de verificar a caixa de entrada do e-mail! Vamos precisar de seus dados! Nossos parceiros vão entrar em contato com vocês também, então, fiquem de olho!

Beijinhos e parabéns pelo nosso dia!




10 de maio de 2013

Mãe independente, filho feliz. Com você é assim?

Por Fanny Barbosa

Minha maternidade é do tipo super tranquila, não tenho tantas neuras, e tampouco estresso com as neuras que surgem. Quando engravidei, fui bombardeada com dicas, formas de cuidar, como criar e tantas coisas que vejo com naturalidade. Algumas aceitei, outras recusei, e fui seguindo a vida materna descobrindo o que era melhor para mim e para meu filho. Não fiz parto normal, mais amamentei até os 2 anos e 2 meses, não usei chupeta, nunca deixei meu filho dormir um dia sequer sozinho no quarto, compartilho cama, deixei ele ter contato com animais de estimação desde bebê, não estressei com o desfralde. Vivo a maternidade tranquilamente.

Acredito que essa tranquilidade é resultado da minha independência que, por consequência, acabo transferindo ao meu filho. Ele hoje toma banho sozinho, se veste sozinho, arruma a mochila... em suma, é independente de mim. Às vezes, lógico, isso me assusta, quando percebo que ele não precisa de mim para nada (#mimimi de mãe). Mas, no fundo, fico muito orgulhosa, pois sei que, quando adulto, ele vai se virar sozinho, vai buscar traçar seu caminho e, principalmente, correr atrás de seus sonhos, enfrentar seus medos, e buscar viver feliz, sem neuras.


Criança


A última coisa que consigo lembrar da qual fiquei surpresa, foi com ele decidindo que não precisava dormir mais de fralda, porque já era um homezinho. Confesso a vocês que estava fugindo dessa difícil etapa. Só de pensar em acordar à noite com ele molhado, me dava arrepios. Continuaria tranquilamente o deixando usar fraldas, ainda bem que ele mesmo decidiu que não usaria. E nem sei falar o que é desfralde noturno, não sei, nunca vi e nunca ouvi falar. Já faz semanas que ele dorme sem fralda, ele mesmo criou seu ritual de fazer o pipi antes de dormir. 


É normal ter medo, receios, e até vacilar. Afinal, até as mães experientes erram. Por que é que nós, mãe de primeira viagem, seriamos diferentes? O problema é que algumas de nós ficam inseguras além no normal, e isso prejudica o desenvolvimento da relação mãe e filho.


Então sejamos confiantes em nossas decisões, e assim ajudemos os nossos filhos(as) a se tornarem adultos seguros. Ensinar as crianças a serem livres é muito importante, elas começam desde pequenas a pensar rapidamente, a resolver os problemas sozinhas, e a enfrentar seus próprios medos.

9 de maio de 2013

Quer aproveitar uma super promoção? É só até amanhã!

: Publieditorial .:


Hoje a dica é de uma nova parceria que fechamos! Ligia é uma amiga daquelas que a gente quer passar o dia todo conversando sabe? Daquelas que você admira o trabalho pelo computador e precisa de um lencinho para limpar a baba? Pois é... Ela está com uma PROMOÇÃO simplesmente imperdível que vai só até amanhã e eu não podia deixar de vir contar para vocês!


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A matéria prima do trabalho da Lígia é o papel e os coadjuvantes são: doces, salgados, bebidas, enfeites e embalagens que complementam o produto final.

Cada desenvolvimento é único e se transforma em lindos e diferenciados produtos personalizados com o uso de texturas, diferentes acabamentos e aplicações de elementos cuidadosamente escolhidos (tecidos, fitas, rendas, flores, pérolas, texturas) para tornar encantador os diversos tipos de eventos.

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SERVIÇO:

Dia das Mães: Reproduzindo modelos e buscando equilíbrio

Por Consuelo Zurlo

Aquela história de que "quando você for mãe, você vai entender" é bem isso mesmo. Fui praticamente criada pela minha avó (que por sinal está viva e com 91 anos) e também minha mãe, que muito nova, voltou a morar com os pais dela e estudar, reconstruir a vida etc e eu era o pacotinho em questão.

Hoje como mãe, eu percebo duas coisas: quanto me vejo repetindo padrões mais da minha avó do que minha mãe e coisas que ela mesma não copiou da mãe dela; a relação que minha sogra tem com os filhos, e com meus filhos.

Modelos completamente diferentes convivem na minha casa, e me pego pensando em que tipo de mãe eu quero ser e qual sou. Não falo diariamente com a minha, nem a vejo toda semana, e acompanho como ela conduz a maternidade com meus irmãos mais novos, observando coisas que não percebia como filha quando morava com ela.

Minha sogra é bem diferente, daquelas que deixa a família toda debaixo das asas, se faz presente na vida deles, ajuda prestativamente, tem outro tipo de relação com as crias, mais emotiva.

Daí que penso: eu quero o equilíbrio disso. Quero meu próprio jeito de ser mãe, quero ensiná-los a ser independentes, donos de si como adultos, mas quero uma relação mais afetiva, que eles, quando crescerem, estejam comigo, venham visitar a “véia” não por obrigação de filho, mas por prazer da minha companhia.

Por mais que a gente odeie os tais palpites, principalmente na primeira  gestação,  precisa de espelho, de modelo, mesmo que seja do que não se quer.

Em cada detalhe da rotina, as diferenças aparecem e se tornam desafios de eu encontrar meu próprio modelo de maternidade, de família. Mas ainda percebo que, inconscientemente, vejo-me reproduzir discursos da minha avó, comportamentos que me lembro muito bem como filha/neta, como eu me sentia e que de alguma forma não queria que os meninos passassem por isso. Os desdobramentos deste assunto, acredito que valham ser desenvolvidos em outros posts, mas finalizo dizendo que ser mãe é todo dia reavaliar sua conduta e querer o melhor de todo o mundo pros filhos, não importa como.

8 de maio de 2013

Margaret: Lutadora contra o Câncer

Eu vou, a vida toda, fazer inveja prazamigas virtuais porque eu conheci a mais Diva de todas as blogueiras da blogosfera arteira e recicleira. Margaret é dessas pessoas que marca com você, se vira, se lasca na falta de tempo, faz das tripas coração, mas cumpre o combinado.

Não sei como, em tão pouco tempo em São Paulo, ela conseguiu encontrar tanta amiga, mas ela deu conta. Eu tava grávida, e encontrar com ela na Liberdade foi um esforço que fiz sem nem me cansar. Mentira, fiquei cansadona, que a barriga tava pesando, mas valeu cada gotinha de suor... rs

Mas não é sobre isso que eu vim falar aqui... Hoje é o Dia Mundial da Luta Contra o Câncer, e a Margaret tá na última fase do tratamento de um câncer de mama nada fofo, mas que ela superou com maestria e sem se deixar abater.

Como ela é nosso ícone (pop) da superação e da luta, resolvemos pedir para ela nos responder a algumas perguntinhas (várias, vai) e ela parou o dia dela com as coisas da Divitae para nos atender. Não é mesmo uma coisa linda de Deus?


01
Diva

TestDriveMami - Essa é a semana das mães, e comemora-se, no dia 8/5, o dia Mundial de Luta contra o Câncer. Você tem filhas adultas, mas como é, para uma mãe, descobrir-se com câncer?

Margaret: Sabe uma parte boa? Não existe descobrir-se com câncer. Primeiro você acha que tem algo errado, depois vai ao médico, depois faz os exames, depois tem o resultado e aí você tem um tempo para se preparar para a doença. Como mãe eu não tive nenhuma sensibilidade no momento em que recebi a confirmação. Isabela me ligou na hora da consulta e eu apenas disse: 'Deu positivo filha. Mas relaxe e já já falo com você'. Se fosse hoje, eu faria diferente, porque eu me preparei, mas as minhas filhas não. Eu apenas fui realista, mas deveria ter contado de outra forma. Por outro lado, será que existem formas de contar que está com câncer?


TDM - Qual foi a reação da sua mãe? Você acha que teria a mesma reação se acontecesse com Eva ou Isa?

Margaret: Esta era a parte que mais me preocupava, porque minha mãe é hipertensa. Então, desde o momento da desconfiança, não escondi nada dela. E pedi para minha irmã estar junto com remedinhos e tudo mais na hora que eu fosse contar. E eu falei assim: 'Mãe, tenho duas noticias, uma boa e uma ruim, qual tu quer primeiro?' Ela já imaginava, claro, e disse: 'conte logo minha filha'. E eu falei: 'o exame deu positivo, mas a parte boa é que, com isto, vou ter que deixar de fumar. Ta vendo? Tu tanto pediu que chegou o momento'. E ela chorou e disse que não queria que fosse desta forma. E eu falei pra ela que a medicina estava muito avançada, que eu descobri no início, que ela ficasse tranquila e que se eu soubesse que ela tava la sofrendo eu ia me irritar. E que não era legal eu ficar me irritando… ela até riu….

Agora, acho que como mãe, a gente sofre mais. Se fosse com minhas filhas eu iria grudar nelas, fazer todas as vontades, levar urgente para fazer tudo que precisasse ser feito, mas não ia querer sofrer. Eu iria ser o porto seguro delas no meio de todas as dificuldades. E claro, iria fazer muitas palhaçadas, porque com sorriso tudo fica melhor.


TDM - Qual o papel das filhas durante o tratamento? Apoio e fé são, no seu ponto de vista, importantes?

Margaret: O papel é amar. E amando, já está apoiando. E claro, com fé, porque ela nunca deve faltar. Tem partes do tratamento que a gente fica chata, que a gente não quer conversar. Minhas filhas souberam me entender muito bem. Isa, que ficou comigo servindo de enfermeira, e Eva, sempre presente mesmo estando longe.


TDM - Você descobriu o câncer de mama logo no início, o que é um ponto positivo para a evolução e o sucesso do tratamento. O que mudou, para você, esse alerta? Como era e como ficou sua rotina médica depois disso? Você acha que ficou mais atenta à saúde das mulheres da sua família?

Margaret: Eu sempre tive uma rotina de exames. Sempre fiz tudo conforme manda o figurino, mas às vezes pegava um resultado e achava que estava tudo bem e nem levava no médico. E nós não sabemos de nada, não estudamos pra entender exames. Hoje em dia um simples exame de sangue eu levo na minha médica para ela me dizer que sim, que está tudo bem. E depois do câncer também muita coisa muda porque são vários exames a mais e com uma frequência maior.

Com relação à família, eu sempre fui muito atenta, e se uma filha demora pra ir ao medico eu fico no pé. Deixando bem claro, faço isto com Eva que não gosta muito de médicos. rs


TDM - O Câncer de Mama é a segunda doença que mais mata mulheres no Brasil, em algum momento você chegou a pensar que não venceria a batalha? Como fez para superar esse medo?

Margaret: Durante a químio eu me sentia tão mal, que às vezes eu pensava: Será que vou morrer?

Mas eu adoro brincar de substituir pensamento, então na hora que pensava isto eu "pensava por cima" assim: 'deixa de frescura, Margaret, você só ta se sentindo mal, fica quietinha que já já passa. Dorme pra melhorar logo'.

E quero fazer uma observação: Eu não quero morrer nova, quero morrer bem velhinha. Mas eu não tenho medo da morte, tenho medo de sofrer pra morrer, porque não consigo me imaginar em cima de uma cama sofrendo, incapaz de fazer qualquer coisa. Então, se algum dia eu tiver como escolher, quero morrer dormindo. Mas quando eu tiver bem velhinha, tá?


TDM - Você sempre falou que o câncer é uma coisa ruim que se alimenta de outras coisas ruins para crescer, e que você se mantinha feliz para enfraquecê-lo. Nunca se referiu a ele como "aquela doença ruim", preferiu encarar o nome e a doença como tinha que ser. Se tratou, enfrentou as consequências e efeitos colaterais com muito bom humor - muitas vezes criticado por alguns. Você acredita que isso foi essencial para a sua superação?

Margaret: Totalmente. A partir do momento que você fica feliz com uma coisa ruim, este efeito de felicidade é mais forte que todo o resto. E sabe? Eu decidi isto desde o momento que surgiu a desconfiança do câncer, e quando a certeza chegou, a felicidade já existia, e ela apenas se potencializou. Eu não me dava espaço para ficar triste. Eu cantava, eu tomava sol e quando o pensamento ruim chegava, eu pluft, pensava algo legal.

E isto reflete em tudo a sua volta. Você com câncer, mas feliz, você não permite que alguém sinta pena de você, ou que te ache uma coitadinha. Você deixa o ambiente melhor, a família mais confiante, os amigos orgulhosos, e assim consegue passar por tudo de ruim com uma certa leveza.

Durante a químio, nem sempre eu conseguia ficar bem humorada, mas aí eu dormia… adorava dormir pra fazer valer o ditado: Quem canta seus males espanta…. Ops…. Ditado errado, mas tá valendo… troca só o "quem canta" por "quem dorme" uahauahauahauah


TDM - O que ficou de ruim para você dessa experiência?

Margaret: A reação com algumas pessoas. Porque existem algumas pessoas que realmente não entendem ou não se importam. Lembra da pergunta lá em cima? Sobre amor? As pessoas deveriam apenas amar e pronto.

Exemplo: Uma irmã minha deixou de falar comigo porque eu fui "grossa" com ela… E eu não costumo ser grossa de graça, se fui, foi porque me foi dado motivo. Mas tá, e onde está o amor, a solidariedade, a compreensão dela em um momento tão delicado da minha vida?

Amigos que eu considerava "verdadeiros amigos" nunca me ligaram, nunca me visitaram, nunca me perguntaram se eu estava bem, se tava precisando de algo… Quer dizer, talvez tivessem medo da resposta de eu estar realmente precisando de algo… quem sabe dinheiro emprestado? Uahauahauahuahaua

Então, apesar de ser algo que pra mim foi ruim, por outro lado foi bom, porque são os chamados "filtros da vida" e que se encarregam de nos mostrar a realidade, né?


TDM - O que ficou de bom?

Margaret: Tanta coisa ficou de bom depois disto que o que relatei acima até some. Vamos ver algumas coisas:

  1. Eu me tornei uma pessoa melhor (diga-se de passagem, que eu já era ótima… rs), mais tolerante e menos exigente em relação a tudo da vida;
  2. Eu fiz centenas de amigos por conta do câncer. O carinho chegava e chega até hoje sem nem avisar.  E isto nada no mundo paga;

  3. O câncer que eu tive também serviu pra muita gente se cuidar mais, abriu os olhos de outras pessoas;
  4. Hoje eu me dedico mais às pessoas que passam por algo assim. Eu posso estar lotada de trabalho, mas nunca vou deixar de ter uma palavra de estímulo, uma palavra de apoio, uma palavra de amor pra quem me procura e me conta os problemas. Eu já era um pouco assim, só fiquei mais atenta e mais preocupada em ajudar;
  5. O câncer também me provou que a gente pode ser feliz mesmo com uma doença assim. Provou que eu sou capaz, que eu posso, que eu consigo (porque é fácil ser feliz sem nenhuma adversidade).

  6. E várias e várias coisas boas que acontecem comigo e que de alguma forma está ligado a todo este processo.

TDM - O que você diz para mulheres que te procuram e dizem que têm medo de fazer autoexame ou mamografia (além do Papanicolau) por receio de descobrir alguma coisa?

Margaret: Eu digo pra não ter medo, digo pra enfrentar, digo pra lutar. Digo principalmente pra tentar ser feliz. Porque morrer todos nós morreremos um dia, mas enquanto isto não acontece vamos tornar nossos dias melhores, vamos sorrir mais, vamos aproveitar as coisas boas que existem por perto. Digo que fugir não vai mudar nada e que toda doença descoberta no início tem muito mais chance de ser curada. E que eu sou um exemplo disto e me orgulho. Eu descobri um câncer no inicio, eu não fugi e nem me escondi. Eu enfrentei, e nunca me senti com câncer. Eu apenas tinha.

E eu tenho uma frase para quando alguém me diz que ta com medo: "Tu é mulher ou um saco de pipoca?" uahauahaua

Serviço:
Blog da Marga: margaretss.com.br
Facebook (tá lotado, ela não pode aceitar mais amigos, mas você pode assinar e receber as "baboseiras" que ela fala direto lá): https://www.facebook.com/margaretss50
Vídeos que Isa (Isabela Mascarenhas) fez com Marga sobre o câncer: Video 1  Video 2  Video 3  Video 4



E aí, gostaram da entrevista?

Espero que sirva de exemplo para todo mundo, de que não importa o problema, se você mantiver a fé e o bom humor, independente do rumo que tudo tome, você vai levar a vida muito mais feliz e leve.

Amamos você, Marga! Obrigada por nos ensinar tanto!




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