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23 de setembro de 2015

Aspectos Emocionais: Segundo Trimestre de Gestação

E vamos hoje para a segunda parte da #sériedequarta que havíamos começado mas por motivos pessoais (que envolvem essa #mãedetrês...rsrsrs) atrasamos um pouquinho e espero que me desculpem. Hoje colocaremos aqui informações sobre o segundo trimestre gestacional, na minha opinião esse é o trimestre da lua de mel da gravidez, porque é a fase menos complicada, os enjôos já passaram, não nos sentimos mais tão cansadas e ainda não estamos muito pesadas. Vamos lá então!



“Transcorrido a ambiguidade de sentimentos presente nos primeiros meses da gravidez, a sensação real da presença do bebê dentro de si se torna mais presente. A mãe e o bebê deixam de ser visto como um só, nessa fase começa-se a DIFERENCIAÇÃO MÃE-FETO. Repare que as pessoas começam a tocar mais a barriga e a direcionar a conversa para o bebê.

Teoricamente, significa aceitar o feto como um ser separado da mãe, como um indivíduo distinto, o que é muito importante, porque é na gestação que começa o desenvolvimento da autoestima e da personalidade.

Desde os primeiros meses, a gestante já percebe as MUDANÇAS DO CORPO, no segundo trimestre essas transformações se intensificam e ficam mais notórias, que pode ser vivido diferente para cada mulher. Porque isso vai depender de como a mulher percebe e lida com os ganhos de peso, o crescimento da barriga, o aumento dos seios…

Na maioria das vezes, é também nessa fase que as grávidas intensificam as FANTASIAS relacionadas ao bebê, começam a imaginar como serão como mães, as características físicas do filho, se o bebê será mais tranquilo ou chorará muito. Esse processo de idealização é muito importante, podendo ser semelhante à realidade futura ou não. No segundo trimestre, o estabelecimento da comunicação verbal e tátil intensificam a CONEXÃO mãe-bebê.


Aproveite essa fase da gestação, curta sua barriga crescendo… sinta seu bebê se movimentando… No próximo texto iremos abordar as questões emocionais no terceiro trimestre da gravidez… Até lá.” (por Lorena Lardico)

Vanessa Figueiredo

16 de setembro de 2015

Aspectos Emocionais: Primeiro Trimestre de Gestação

Lá no blog Aprendendo a Ser Mãe e Mulher estamos fazendo a #sériedequarta, que vai ao ar nas quartas feiras, e alguns dos posts dessa série serão compartilhados aqui no TDM também. Bacana, néah!? O primeiro texto dessa série fala sobre os aspectos emocionais na gestação no primeiro trimestre. Vem conferir, vem!


"O texto de hoje inaugura a série Aspectos Emocionais na Gestação, que permeia desde o primeiro trimestre à exterogestação. Muitas de nós mulheres quando descobrimos grávidas, nos deparamos com o desconhecido. Sabemos o que vai nos acontecer fisicamente até o momento do parto, que haverá mudanças no corpo, na barriga, no ritmo, mas sentimos em muitos momentos, como se estivéssemos em um túnel escuro. Ilustrarei nesses textos algumas particularidades de cada trimestre, entendendo que cada mulher e família pode ou não vivenciar esses aspectos.

No primeiro trimestre, a grande tarefa de desenvolvimento que a mulher irá passa é ACEITAR A GRAVIDEZ. Pode parecer estranho mencionar esse fato que está tão implícito ao processo. Mesmo que essa gravidez seja muito desejada ou planejada, o reconhecimento que a gravidez ocorreu gera sentimentos de ambivalência entre: o desejo e o receio da gravidez.

A AMBIVALÊNCIA é uma sensação emocional que caracteriza os primeiros três meses de gestação. Exemplos dessa ambivalência são: em acreditar na viabilidade da gravidez; ambivalência em relação à aceitação do feto; em relação às mudanças que o novo estado implica e ambivalência em relação à própria maternidade.

Outro aspecto que ocorre é o PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO MATERNA. Quando descobrimos que estamos grávidas procuramos nossa referência de modelo materno, que é a pessoa que exerceu o papel materno, podendo ser a própria mãe, avó, tia, madrinha... Nesse processo lembramos muito da nossa infância, como éramos cuidadas e como essa pessoa se comportava nesse papel materno.

O que contribui muito para o processo de aceitação da gravidez é a aceitação por parte dos demais da família e do pai do bebê. Mulheres que não possuem apoio da família e do parceiro sentem mais dificuldade em aceitar a gestação. Caso haja essa rejeição na sua família e você está com dificuldades sugiro procurar grupos de apoio à gestante e mães. Nesses grupos compartilhamos nossas vivências, preocupações e emoções. E assim, ganhamos emponderamento. 

No texto da próxima semana vamos falas dos Aspectos Emocionais: Segundo Trimestre da Gestação. Até lá..." Texto de Lorena Ladico 


Vanessa Figueiredo
Blog Aprendendo a Ser Mãe e Mulher

 

23 de maio de 2013

Coisas que ninguém nunca ensinou...


Felipe 245
Arquivo pessoal

Tudo começa quando nascemos. E digo quando nascemos do sexo feminino (nada contra os pais-mães e feministas, mas...). O mundo cor de rosa (ou amarelo, no meu caso), de nossas mães, começou e tudo ao nosso redor é sinônimo de vestidinhos, lacinhos, brinquinhos, pulseirinhas, prendedores, sapatinhos combinando!

Crescemos com todos esses mimos (em sua maioria) e cuidados específicos de meninas. A medida que o tempo passa, vamos nos familiarizando com as 'funções' que a mãe tem em casa, com a rotina e até nos arriscamos a 'querer fazer alguma coisa pra ajudar' (quando alguém deixa, claro) a lavar os pratos, passar pano, limpar móveis e até cozinhar.


Eu amava ajudar a minha mãe e amava lavar os pratos só pra fingir que era apresentadora de programa de culinária e detonava o detergente fazendo comidas de espuma!

Mas o tempo passa e muito rápido! Num instante somos adolescentes. Brigando e protestando com tudo e todos, estudando para não ficar de recuperação, amores platônicos, namoradinhos, TPM, menstruação. O tempo continua passando e a vida começa a nos dar responsabilidades de adulto: faculdade, farras, paixões,  trabalho...

Até que um dia você sente a necessidade de sossegar e resolve que aquele amor é pra casar. Casamento, casa nova, curtição a dois, viagens, trabalho, discussões, rotina, só pra dar exemplo do que se compõe um início da vida a dois.

De repente (normalmente), começamos a sentir que falta alguma coisa... E você se vê grávida! É um mix de felicidade, insegurança, medo, ansiedade que não conseguimos explicar. Gerar um filho é mágico! Você já é mãe!!


Teu e Lipe
Arquivo pessoal
E, como o 'tempo não pára' (como diria o saudoso Cazuza), nasce o bebê sonhado. Junto com ele nasce a mãe, propriamente dita, com muito medo de errar e ansiosa pelo reconhecimento que está fazendo um belo trabalho.

Mas o bebê não é nada daquilo que ela leu durante toda a sua gravidez, nas centenas de sites e blogs que viu pela internet, nem nas comunidades que participou, muito menos nos 5 livros que comprou na livraria! Claro que tem uma coisa ou outra que coincide, mas nunca, nunca é igual. O seu bebê é único. É reflexo do seu sentimento, bem estar, do seu emocional. Se você estiver tensa, ele sentirá (ou não) e assim por diante. Não existe um manual e nem nunca existirá. As dicas de sua mãe, irmã e amigas serão sempre valiosas, mas só você saberá acalentar o seu filho.

A mamada, a troca de fralda, o banho, o colo, o beijo, o afago, o choro, as cólicas, a fome...tudo isso você aprenderá e se aprimorará com o treino diário.

Somente você tem o colo e o cheiro que ele reconhece. Quando damos mamá, ele sente a nossa temperatura e o bater do nosso coração. Por isso que esse também é um momento considerado mágico e de total devoção.
Reconhecemos nossos pequenos pelo olhar, pelo comportamento, pelo cheiro!

Somos fêmeas ferozes quando precisamos defendê-los. Temos ciúmes quando eles se sentem bem com outras pessoas (às vezes, inclusive dos pais).

Algumas sentem um aperto no peito quando precisam deixá-los para retornar ao trabalho, mas sabemos que é pela necessidade e o amor nunca será diminuído por causa disso.

Ser mãe é se doar em todos os sentidos... é viver e dar a vida por seu filho!

E não precisa gerar pra saber disso, até porque, mesmo sendo mãe de primeira, segunda, terceira, adotiva, mãe-avó, pai-mãe, você sempre aprenderá coisas que ninguém nunca te ensinou!



15 de maio de 2013

A minha maternidade – as minhas escolhas

Por Tathy Junqueira


"A maternidade não é uma batalha contra outras mães. 
Maternidade é a SUA jornada com os SEUS filhos"


Pensando sobre o post que eu ia escrever pra nossa Semana das Mães, um monte de opções de posts passou pela minha cabeça. Também, pra variar, passei muito tempo no Pinterest - até para achar opções pra postar na nossa fanpage – e achei um monte de imagens que eu adorei, algumas com frases muito bacanas sobre a maternidade.

Enfim, uma das que eu achei foi essa, e me chamou a atenção porque concordo muito com ela.

A maternidade me realizou. Claro que tenho outros sonhos na vida, quero muitas coisas pra mim. Até porque "sonhar" com algo é o que faz o mundo girar, na minha opinião. Você sempre tem que querer alguma coisa, buscar alguma coisa. Então, claro que ainda tenho muitas coisas que quero realizar. Mas o meu maior sonho eu já realizei, sim. Eu sempre quis ser mãe, e sempre quis ser mãe de menina. Então, ser mãe da Ellis me torna uma mulher realizada todos os dias. Eu acordo com um sorriso e um bom dia cheio de alegria, em cada abraço apertado, em cada carinho, em cada brincadeira eu me realizo. Outros sonhos nasceram desse sonho, pra completá-lo, ainda tenho outros sonhos a concretizar. Mas, o meu grande sonho já se realizou. Então me sinto realizada.

Mas, fui explicar uma coisa, expliquei outra. Só queria compartilhar que realizei meu grande sonho sendo mãe. Porque, simplesmente, sendo esse o meu grande sonho, eu faço o que eu posso e acho melhor fazer no meu papel de mãe, pra minha filha, Ellis. O que eu acredito que seja o melhor. Pra mim, pra ela, pra nossa família. É uma relação mãe e filha que é nossa, só nós podemos vivenciá-la e só nós podemos escolher como fazer isso. O nosso dia a dia, nossas brincadeiras, nossas pequenas tradições do tipo fazer farra na cama todo dia de manhã. O modo como eu resolvi educá-la. O que, quando e porque ela come ou não determinadas coisas. Conceitos que eu tinha antes de ser mãe e permaneceram, outros que revi depois que fui mãe. Os famosos cuspes pra cima pra caírem na testa.

E cada mãe e filha(o) tem a sua própria jornada, sua viagem pela maternidade, sua particularidade, seus anseios, seus medos, seus sonhos para vivenciar isso. Tem gente  preocupada demais com o que as outras pessoas estão fazendo e como estão vivendo e acabam esquecendo de vivenciar a própria jornada. Enfim, esquecem que todas nós queremos a mesma coisa: o melhor pros nossos filhos. E o que é melhor para umas, não é, necessariamente, melhor para outras.

Cada uma tem uma história de vida, uma experiência, sonhos, vontades e por aí vai. Cada uma tem um ou mais filhos(as) únicos(as). Como é que pode ser igual? Como é que podem querer que alguém faça algo que ela faria? E para quem tem mais de um filho, vive uma viagem, um caminho, uma relação diferente. Se muda uma pessoa no cenário, muitas coisas já mudam. Então como é que em uma relação onde todas as pessoas envolvidas são diferentes? Como é que as coisas vão acontecer da forma que uma outra pessoa, que não faz parte dessa relação, quer? Não tem como. Vamos viver a nossa viagem pela maternidade, cada uma a seu modo, como preferir. Até porque assim mostramos aos nossos filhos que podemos respeitar opiniões e escolhas diferentes das nossas.



"Eu vejo quem eu quero ser nos olhos da minha filha"


​É isso. Eu olho pra Ellis e vejo nos olhos dela quem eu quero ser. E a cada dia eu tento o melhor e faço o melhor que posso. Sempre tem alguma coisa pra melhorar. Até porque as necessidades dela mudam, eu também mudo a cada dia. Então, todos os dias, eu tento ser a melhor mãe que posso ser pra ela. A mãe que ela precisa que eu seja. Espero estar fazendo um bom trabalho e espero que eu esteja conseguindo ser a mãe que ela vê em mim.

10 de maio de 2013

Mãe independente, filho feliz. Com você é assim?

Por Fanny Barbosa

Minha maternidade é do tipo super tranquila, não tenho tantas neuras, e tampouco estresso com as neuras que surgem. Quando engravidei, fui bombardeada com dicas, formas de cuidar, como criar e tantas coisas que vejo com naturalidade. Algumas aceitei, outras recusei, e fui seguindo a vida materna descobrindo o que era melhor para mim e para meu filho. Não fiz parto normal, mais amamentei até os 2 anos e 2 meses, não usei chupeta, nunca deixei meu filho dormir um dia sequer sozinho no quarto, compartilho cama, deixei ele ter contato com animais de estimação desde bebê, não estressei com o desfralde. Vivo a maternidade tranquilamente.

Acredito que essa tranquilidade é resultado da minha independência que, por consequência, acabo transferindo ao meu filho. Ele hoje toma banho sozinho, se veste sozinho, arruma a mochila... em suma, é independente de mim. Às vezes, lógico, isso me assusta, quando percebo que ele não precisa de mim para nada (#mimimi de mãe). Mas, no fundo, fico muito orgulhosa, pois sei que, quando adulto, ele vai se virar sozinho, vai buscar traçar seu caminho e, principalmente, correr atrás de seus sonhos, enfrentar seus medos, e buscar viver feliz, sem neuras.


Criança


A última coisa que consigo lembrar da qual fiquei surpresa, foi com ele decidindo que não precisava dormir mais de fralda, porque já era um homezinho. Confesso a vocês que estava fugindo dessa difícil etapa. Só de pensar em acordar à noite com ele molhado, me dava arrepios. Continuaria tranquilamente o deixando usar fraldas, ainda bem que ele mesmo decidiu que não usaria. E nem sei falar o que é desfralde noturno, não sei, nunca vi e nunca ouvi falar. Já faz semanas que ele dorme sem fralda, ele mesmo criou seu ritual de fazer o pipi antes de dormir. 


É normal ter medo, receios, e até vacilar. Afinal, até as mães experientes erram. Por que é que nós, mãe de primeira viagem, seriamos diferentes? O problema é que algumas de nós ficam inseguras além no normal, e isso prejudica o desenvolvimento da relação mãe e filho.


Então sejamos confiantes em nossas decisões, e assim ajudemos os nossos filhos(as) a se tornarem adultos seguros. Ensinar as crianças a serem livres é muito importante, elas começam desde pequenas a pensar rapidamente, a resolver os problemas sozinhas, e a enfrentar seus próprios medos.


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