21 de março de 2013

Decorações de festas de menina pra se inspirar!


Que me desculpem as mães de meninos, mas esse mês vi muitas coisas de festas de meninas, então acabei me inspirando. Também já comecei a sondar coisas pro aniversário da Ellis que será em agosto, então não teve como escapar. Vamos lá?

Rapunzel foi a primeira princesa que ganhou o coração da Ellis. Ela assistiu Enrolados em looping, sabe falas e músicas de cor.





Mais fotos aqui

Outra princesa que Ellis adora é a Bela, da Bela e a Fera. Fiquei passada com essa festa maravilhosa!!





Mais fotos pra babar aqui e aqui
Mais uma princesa, já que nenhuma mãe de menina é de ferro! Branca de Neve!!




Mais fotos lindas aqui
Uma amiga, a Camila da Personatta, me mostrou essa festa da Clarilu e achei demais! E um tema bem diferente!




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Não resisti a essa de princesas!! Coisa mais linda!!! E com uma atenção linda aos detalhes, os docinhos perto de cada princesa tem relação com o desenho dessa princesa. Vale a pena olhar as outras fotos, queria pôr todas no post!






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E um tema que sei que é febre entre meninas um pouco maiores que Ellis! Monster High!




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Espero que tenham gostado!!

20 de março de 2013

Mãe de 2: os desafios


Foto: Arquivo pessoal/2009

Eu não fui daquelas solteiras que já sonhavam com os filhos antes mesmo de namorar. Ser mãe aconteceu, simples assim. Encontrei a pessoa certa e filho seria uma consequência desse amor. E não é que foi rápido?

Não planejei. Pensei que se tentasse um dia aconteceria, mas como também a gente crê: quando é com a gente demora.... não, foi de cara mesmo. Período fértil sem proteção e pronto! Não fazia muito tempo que conhecia meu marido.

Achei que ter um filho era mais fácil. Quem nunca pensou que era só cuidar, trocar fralda, amamentar? Sim, eu era ingênua. É muito mais que isso. Quase seis anos depois eu ainda to aprendendo. Um filho vem para nossa vida com a missão de nos mostrar que as certezas de antes são as contestações de hoje e a gente está sempre revisando nossos valores.

Não contente, no aniversário de um ano do João Lucas já estava grávida do Bruno e não sabia. Desta vez foi "planejado" embora eu quisesse um pouco mais de tempo para ao menos desfraldar, mas não deu, rs.

Mais uma vez aprendi que “só sei que nada sei”. Cada ser é único e não dá para cuidar da sua educação da mesma forma. Gente, não funciona. Personalidades, características  até mesmo os detalhes, tudo muda.

Dentre os desafios está a tentativa de não comparar o desenvolvimento e as ações de cada um. Outra coisa complicada é quando numa briga, ser o mais justa possível, já que ambos são filhos e não dá para simplesmente defender porque é seu filho. É a cada situação mesmo.

Acredito que uma das partes mais difíceis de ter dois meninos é de  criar dois futuros homens legais, bem resolvidos, nada machistas. Roupa, brinquedo, a gente dá o que pode e mesmo que eu pudesse mais, ensinaria o valor de cada coisa, sem moleza.

Às vezes, erro na mão querendo acertar nos ensinamentos e esqueço que são crianças. Cobro, exagero, sou “sargentona” e junto vem a culpa.

Abro aqui um espaço para discussão nos comentários de como vocês acham  que a gente deve cuidar para que sejam adultos do bem e quanto do carinho de mamãe tem que ter, mesmo que eles aprendam que o mundo não os tratará da mesma forma  e de como mudamos como pessoas com nossas crenças sobre o mundo, a vida. O que pensou que ensinaria e acabou aprendendo?

Nos próximos posts vou desenvolver cada peculiaridade disso e conto com vocês, interagindo.

19 de março de 2013

Se virando nos 30





Como hoje é dia de papo de Mãe, hoje eu queria falar com aquelas que se viram no 30 e são pais e mães. Faço parte de um grupo e um dia fui mencionada pela querida Luana Costa. Pedindo um help, ela fez um afago nesse status e eu respondi de coração. Com a permissão dela compartilho aqui. Vai que tenha alguma outra mãe que também é pai, que nos lê... se servir pra acalmar esse turbilhão de emoções que é a maternidade, intensificado pra quem se vê com toda a responsabilidade, já vai valer e muito.

A pergunta:
Galera vim compartilhar uma coisa com vocês meninas e meninos. Estava eu lendo, buscando artigos sobre como lidar com a ausência e achei isso.

"Já os filhos abandonados total ou parcialmente pelo pai têm dificuldade de lidar com sentimentos gerados por este abandono, o que vai trazer conseqüências imprevisíveis. "Estas crianças apresentam um núcleo depressivo que pode levá-las a sentimentos de baixa auto-estima, de não serem merecedoras de amor. Além de gerar sentimentos de ódio e de inveja de difícil manejo. A mãe mais madura emocionalmente ajuda os filhos a superar a ausência do pai e evita que as fantasias de abandono predominem"
Ai me pergunto como ser uma mãe emocionalmente madura pra evitar que meu filho tenha marcas dessa ausência.

Essa dúvida me consome. Acredito que algumas mães e pais aqui que já tenham um filho maior, de 3 anos e tenha isso mais bem resolvido que eu. Preciso da dicas, vocês leram livros, procuraram psicólogos, deixaram a vida correr. Como se tornar essa pessoa forte emocionalmente? Como passar da melhor maneira pro filho a ausência da outra parte?

Vanessa Ardisson te marquei por que acho você eu exemplo foda dessa maturidade emocional, me passe o segredo..rsrs

A resposta:

Ganhei meu dia gata! Primeiramente obrigada viu? Que honra. Agora falando sério, eu descobri minha gravidez sendo uma menina e o amor ao meu filho se misturou ao medo de não dar conta. Um medo maior pela parte financeira. Foquei na responsabilidade. Ele tá aqui e eu sou a maior responsável por isso, vamos à luta. Acho que isso trouxe um amadurecimento, inclusive emocional. 

Você vê seu esforço e vê a outra parte que deveria estar igualmente envolvida fugindo dos deveres. Poxa, pense: teu filho, um pedaço de você, teu maior amor no mundo, você faria tudo né? Se a pessoa não pensa assim, com alguém que é um pedaço dela também, não sei o que vai na cabeça e no coração. Será que ele possui? Detalhes, não gaste neurônios, encare os fatos: o presente É SEU. Viva, cuide, valorize cada momento, cada sorriso, descoberta. 

O vínculo mãe e filho (a) só tende a crescer e tudo se tornará mais leve. Você quase não pensará na ausência, vai acabar acreditando que se existisse só você e a cria no mundo, o mundo já estaria completo. A mágoa pelo abandono dará lugar ao respeito, afinal a pessoa te deu o que você tem de melhor. Mas isso não é logo, demora um tempo. Acho que alcancei essa fase "0% mágoa e total respeito" quando Enzo tinha 2 anos. Com o crescimento da criança, a entrada na escolinha, surge a curiosidade em relação ao familiar ausente. Para isso faço terapia e recebo orientação pra dar ao Enzo as melhores respostas, sem nenhum "pre-conceito" diante da figura ausente. 

Na verdade, pra mim, a criança só está questionando, ela não quer longas explicações e nem é depressiva por causa de uma falta que ela nem sente ainda que tem. Busco tratar o assunto com naturalidade, não faço cara feia, esclareço o que meu filho quer. Ele tem um pai no papel, que obrigado pela justiça cumpre o mínimo de dever e me preocupo muito em não praticar alienação parental. Se ele quiser, se o pai quiser, no momento certo para os dois, eles vão se conhecer mais profundamente. E cada um irá tirar uma conclusão desse momento. 

O Enzo formará o conceito do pai por ele mesmo, e o pai... vai saber. Talvez perceba que a imaturidade o fez perder um tempo que não volta.

18 de março de 2013

Relatos da Mamãe Trabalhadora


Meninas, no meu blog mesmo eu nunca postei algo tão pessoal... Mas acho que aqui, no Test Drive Mami, tenho a plataforma correta pra fazer isso... Com tantas mamães dividindo experiências tão diversas.

Eu estou em um momento mais "cheio de emoções" no trabalho, e tive que abrir mão da licença-maternidade de 6 meses para voltar a trabalhar com o Dudu recém completando 4 meses. Não me arrependo em nenhum momento, não só porque o Dudu se desenvolveu super bem e se adaptou desde então, mas também porque eu tenho a bênção de poder levá-lo ao meu trabalho. Tem um berçário para os funcionários, na empresa onde trabalho, e o que nos separa é apenas um elevador.

Quando entrei, tive um período de adaptação de 3 dias antes de começarmos o 'vamos ver' de fato. Mas a adaptação, juro a vcs, é mais para nós do que pra eles. No primeiro dia ficamos pouco tempo e eu passei pelo menos metade do tempo com ele... Nos outros dias, tínhamos que ficar separados. Mas após passar tantos dias 24 horas seguidas com ele, foi meio difícil. Fiquei em uma sala próxima à salinha dele, costurando brinquedos de feltro - fiz um cubinho colorido que ficou até que bom.

O que também me animou com a idéia do berçário foi o time que trabalha nele: as coordenadoras, titias carinhosas, lactarista, nutricionista e enfermeira.TV só no finzinho da tarde e eles tem parquinho pra brincar. Uma pesquisada na estrutura é fundamental no momento da escolha.

Já se passaram 5 meses, e digo isso para animar as mamães que estão voltando a trabalhar e estão receosas quanto a berçário. As vantagens de deixar o bebê no berçário são inúmeras. Eles interagem, aprendem, copiam, olham os bebês mais velhos e querem fazer as mesmas coisas - engatinhar, andar, etc - aprendem super rápido a fazer coisinhas simples como segurar a mamadeira, dormir fora do colo, brincar - já que eles possuem vários brinquedos pedagógicos e objetos que chamam a atenção dos pequenos.

Quanto comparo o Dudu com outros bebês que não foram ao berçário (mamães, tenho que pedir desculpas, mas é inevitável), vejo que o desenvolvimento é realmente diferente... E não tem como dizer que criança não interage e vê os outros como objetos (quem inventou isso na pedagogia certamente não é pai ou mãe). O Dudu se reúne com 2 amiguinhos dele do berçário, o Tom e o Miguel, e eles ficam conversando na linguagem deles (DA DA DA DA) e apontando para o menino novo, que não pára de chorar e atrapalha o som do ambiente deles como um todo. Segregação com crianças de 9 meses. Quase um bullying. Mas não fiquem tristes pelo menino novo, ele já se enturmou.

Hoje eu sou super feliz com essa nossa rotina. Só não curto o trânsito, em um dia muito carregado cheguei a demorar 2 horas para voltar para casa e eu acho muito tempo pra um bebê ficar no carro. A média para ir e voltar é de 30 minutos. Mas é priceless passar esse tempo com uma companhia tão querida, e ter a liberdade de descer para vê-lo quando quiser.

Claro que depende do dia-a-dia e do estágio de vida de cada mamãe... Mas eu não sou uma pessoa que conseguiria ser dona de casa. Nada contra, pelo contrário... Admiro muito quem consegue ser. Só que simplesmente isso não combina comigo.

Não sei se é porque eu sou uma pessoa no geral super tranquila, mas digo a vcs mamães que o berçário (pesquisem bem antes!) é uma ótima opção, me deixa super tranquila e, o mais importante, deixa meu Dudu claramente feliz. Não só pelas opções de atividades, mas pelas inúmeras titias amorosas, que abraçam e beijam. Já vi outras mamães também beijando o meu Dudu. Eu amo isso, quem não gosta de ver o filho recebendo carinho?

Lembrando que criar o bebê em casa, deixar com a vovó, contratar uma babá, deixar em creche ou berçário são opções carregadas de prós e contras. Vale a pena pesquisar bem e ver o que mais te faz brilhar os olhos.

Por:
Stephany Ibrahim
Blog: www.mamaeshopaholic.blogspot.com


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