19 de maio de 2013

Fisher-Price apresenta novidades para o mercado


fisher


Para atender as mães brasileiras e seus filhos de zero a cinco anos, a Fisher-Price, marca da Mattel de brinquedos e acessórios de puericultura, lança produtos inovadores no mercado brasileiro. 

Thais Nicolau, gerente de produtos infantis e pré-escolares da Mattel do Brasil, destaca que os itens foram trazidos a partir de uma necessidade do mercado. “Realizamos constantes investimentos em pesquisas para saber o que os nossos consumidores querem”, diz. Como exemplo, estão os berços de balanço e o item Snack n´Play.

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Cadeira de Balanço Minha Infância
A nova cadeira de balanço Minha Infância cresce junto com o bebê: um balanço para recém-nascidos que se converte em uma cadeira para o bebê mais crescidinho.Ela é prática na hora da alimentação e do sono e os bebês maiores poderão usá-la como sua cadeira de balanço – até alcançarem um peso de 18 kg. Há também uma barra de brinquedos macia com três brinquedos divertidos e música que é ativada quando a criança bate. Para ter acesso ao bebê quando ele estiver maior, basta removê-la. Além disso, a cadeira possui vibrações calmantese o acolchoado pode ser lavado na máquina.
Preço sugerido: R$ 399,99.



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Cadeira de Balanço Minha Infância Meninas
Esta é uma cadeirinha para meninas com estampa de coelhinho e três brinquedos interativos que se encaixam na barra. A cadeirinha de balanço com apoio dobrável é facilmente convertida em um assento fixo para alimentação ou sono, podendo ser usada conforme o bebê cresce. Ela também pode ser usada como cadeira de balanço por bebês 
maiores - até alcançarem um peso de 18 kg. Há uma barra macia com três brinquedos giratórios: uma borboleta com um coração pendurado que toca música ao ser puxada e duas flores de cada lado. A barra é facilmente removida para ter acesso à menina, ou mesmo para quando ela estiver mais crescidinha. O produto possui vibrações calmantes e o acolchoado que pode ser lavado na máquina.
Preço sugerido: R$ 399,99.

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Ginásio Fundo do Mar
Este ginásio possui um tapete grande e três arcos projetados para permitir fácil acesso ao bebê. O móbile motorizado superior traz duas luzes e música e pode ser removido
permitindo que seja usada num carrinho de passeio. A mamãe pode escolher entre três modos: apenas música; música e luz e música, luz e movimento. A música toca por até 20 minutos. O ginásio vem com sete brinquedos reposicionáveis: 1. Baleia com chocalho de estrela-do-mar 2. Caranguejo com batedores 3. Foca dançarina 4. Espelho 5. Mordedor 6. Personagem em formato de peixe para brincadeira de bruços 7. Móbile superior com dois personagens macios: o caracol e o peixe, e um personagem rígido e macio, que é o polvo.
Preço sugerido: R$ 399,99.



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Piano Cachorrinho
O Piano Cachorrinho traz o personagem com narizinho que acende e quatro teclas com muita diversão musical. O piano é do tamanho ideal para levar para qualquer lugar. O brinquedo possui três modos diferentes - Aprendizagem, Música e Bilíngue - ensinando sobre cores, números, animais e seus sons, partes do rosto, cumprimentos e primeiras palavras, em português e inglês. Pressione as teclas para ouvir as notas do piano, cores e números em ambas as línguas, além de sons de animais. O bebê pode criar sua própria música pressionando as teclas que acendem. Além disso, a criança aprenderá sobre os animais e seus sons - um animal diferente a cada tecla. Apertando o nariz do cachorrinho, ele acende tocando músicas educativas. Com 12 canções no total, o bebê vai poder aprender através da música. 
Preço sugerido: R$ 129,99.




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SNACK N´PLAY
O Snack n’ Play é um produto 2 em 1 portátil e versátil, fazendo dele um ótimo lugar para o bebê brincar e também se alimentar. De um lado, atividades que entretêm e mantêm o bebê ocupado. Há o pássaro que gira, animais que mexem a cabeça, cesto de picnic que faz barulho de chocalho, sol rotatório e contas. Sem contar o espelho com um brinquedinho de pato, uma esfera giratória e mordedor. Já do outro lado, o bebê poderá fazer um lanchinho na superfície fácil de limpar ou brincar na bandeja de brinquedo removível. O acolchoado se encaixa no assento e pode ser removido e lavado na máquina. O assento pode ser travado, tanto para brincar como para comer. Todo o produto é dobrável, facilitando o transporte e armazenamento.
Preço sugerido: R$ 699,99.

Sobre Fisher-Price®

A Fisher-Price, empresa do grupo Mattel Inc., há 80 anos desenvolve brinquedos infantis e pré-escolares e acessórios de puericultura que despertam na criança novas sensações e habilidades. Para garantir o padrão Fisher-Price, cada produto demora, em média, um ano para chegar ao consumidor final, pois antes de seu lançamento, ele é testado por crianças e especialistas de diversas áreas - o que comprova a preocupação da empresa em criar produtos que contribuam efetivamente para o desenvolvimento infantil. O site www.fisher-price.com.br possui informações que auxiliam os pais a cuidarem e estimularem o desenvolvimento de seus filhos por meio de brinquedos e brincadeiras. Além disso, fornece dicas de atividades lúdicas para as famílias.

PUBLIEDITORIAL

17 de maio de 2013

Deschupetamento? Como meu filho largou a chupeta.

O desfralde na minha casa foi algo muito simples e sem traumas, contei aqui na semana do desfralde. Eu já estava preocupada pois os dentes do Arthur estavam ficando tortos e separados, fiquei com medo que depois tivesse que enfrentar problemas com a dentição. Começou a ficar bastante dependente da chupeta e já fui pedindo dicas para as amigas no Facebook.

Várias pessoas me contaram as mais variadas versões para que, o que eu desejava, acontecesse. Me disseram para amarrar na janela, esconder, dar pro coelhinho da páscoa, furar a chupeta ou trocar por algum presente. Eu já estava preparando-o a alguns dias, mas sem coragem de começar. Uma pessoa me disse que simplesmente não achava a chupeta, disse ao filho e após alguns dias de chororô ele aceitou.

Tendo em vista que tirar a fralda de dia tinha sido algo fácil, já imaginei que tirar a chupeta também seria. Um belo dia, estávamos assistindo Gremlins na televisão, só o deixei assistir ao começo enquanto o Guizmo é um animalzinho fofo!







Fomos deitar e ele me perguntou da chupeta. Ela tinha sumido, aliás, todas as chupetas haviam sumido e não foi proposital. Falei que não estava encontrando e ele me perguntou se tinha sido o Guizmo que tinha levado suas chupetas para a caixinha dele. Pimba! Eureca! "Sim, meu filho, o Guizmo pegou suas chupetas pra ele porque ele é um bebezinho, tá?" "Tá bom mamãe!" - virou para o lado e dormiu, sem chorar.


No dia seguinte, ja imaginei que sofreria com as birras e acessos de raiva porque a chupeta tinha sumido mas me enganei: ele se afeiçoou tanto ao Guizmo que aceitou o fato de ter perdido suas chupetas para ele. 

Ainda mantenho a naninha mas ele nem precisa mais dela para dormir. Já encontrou chupetas depois de ter largado o "vicio", chorou um pouquinho mas conversando entendeu.

A grande verdade é que não existe fórmula mágica. É preciso que você descubra e defina a hora certa para que isso aconteça e se prepare. Cada criança reage de forma diferente.

Seja qual for o método, uma vez definida a data, não volte atrás, seja firme!

Já o vejo nos encontros com os Amigos Deschupetados Anônimos se apresentando: "Oi, eu sou Arthur, e há 3 meses não chupo mais chupeta!" 

15 de maio de 2013

A minha maternidade – as minhas escolhas

Por Tathy Junqueira


"A maternidade não é uma batalha contra outras mães. 
Maternidade é a SUA jornada com os SEUS filhos"


Pensando sobre o post que eu ia escrever pra nossa Semana das Mães, um monte de opções de posts passou pela minha cabeça. Também, pra variar, passei muito tempo no Pinterest - até para achar opções pra postar na nossa fanpage – e achei um monte de imagens que eu adorei, algumas com frases muito bacanas sobre a maternidade.

Enfim, uma das que eu achei foi essa, e me chamou a atenção porque concordo muito com ela.

A maternidade me realizou. Claro que tenho outros sonhos na vida, quero muitas coisas pra mim. Até porque "sonhar" com algo é o que faz o mundo girar, na minha opinião. Você sempre tem que querer alguma coisa, buscar alguma coisa. Então, claro que ainda tenho muitas coisas que quero realizar. Mas o meu maior sonho eu já realizei, sim. Eu sempre quis ser mãe, e sempre quis ser mãe de menina. Então, ser mãe da Ellis me torna uma mulher realizada todos os dias. Eu acordo com um sorriso e um bom dia cheio de alegria, em cada abraço apertado, em cada carinho, em cada brincadeira eu me realizo. Outros sonhos nasceram desse sonho, pra completá-lo, ainda tenho outros sonhos a concretizar. Mas, o meu grande sonho já se realizou. Então me sinto realizada.

Mas, fui explicar uma coisa, expliquei outra. Só queria compartilhar que realizei meu grande sonho sendo mãe. Porque, simplesmente, sendo esse o meu grande sonho, eu faço o que eu posso e acho melhor fazer no meu papel de mãe, pra minha filha, Ellis. O que eu acredito que seja o melhor. Pra mim, pra ela, pra nossa família. É uma relação mãe e filha que é nossa, só nós podemos vivenciá-la e só nós podemos escolher como fazer isso. O nosso dia a dia, nossas brincadeiras, nossas pequenas tradições do tipo fazer farra na cama todo dia de manhã. O modo como eu resolvi educá-la. O que, quando e porque ela come ou não determinadas coisas. Conceitos que eu tinha antes de ser mãe e permaneceram, outros que revi depois que fui mãe. Os famosos cuspes pra cima pra caírem na testa.

E cada mãe e filha(o) tem a sua própria jornada, sua viagem pela maternidade, sua particularidade, seus anseios, seus medos, seus sonhos para vivenciar isso. Tem gente  preocupada demais com o que as outras pessoas estão fazendo e como estão vivendo e acabam esquecendo de vivenciar a própria jornada. Enfim, esquecem que todas nós queremos a mesma coisa: o melhor pros nossos filhos. E o que é melhor para umas, não é, necessariamente, melhor para outras.

Cada uma tem uma história de vida, uma experiência, sonhos, vontades e por aí vai. Cada uma tem um ou mais filhos(as) únicos(as). Como é que pode ser igual? Como é que podem querer que alguém faça algo que ela faria? E para quem tem mais de um filho, vive uma viagem, um caminho, uma relação diferente. Se muda uma pessoa no cenário, muitas coisas já mudam. Então como é que em uma relação onde todas as pessoas envolvidas são diferentes? Como é que as coisas vão acontecer da forma que uma outra pessoa, que não faz parte dessa relação, quer? Não tem como. Vamos viver a nossa viagem pela maternidade, cada uma a seu modo, como preferir. Até porque assim mostramos aos nossos filhos que podemos respeitar opiniões e escolhas diferentes das nossas.



"Eu vejo quem eu quero ser nos olhos da minha filha"


É isso. Eu olho pra Ellis e vejo nos olhos dela quem eu quero ser. E a cada dia eu tento o melhor e faço o melhor que posso. Sempre tem alguma coisa pra melhorar. Até porque as necessidades dela mudam, eu também mudo a cada dia. Então, todos os dias, eu tento ser a melhor mãe que posso ser pra ela. A mãe que ela precisa que eu seja. Espero estar fazendo um bom trabalho e espero que eu esteja conseguindo ser a mãe que ela vê em mim.

13 de maio de 2013

Parto do princípio - Uma visão sobre tipos de partos


Por Consuelo Zurlo




Desde o finado e renegado Orkut que estou em redes sociais, e principalmente depois dos nascimentos dos meninos em 2007 e 2009, um assunto recorrente consegue me tirar do sério de tão sem sentido que é, e a discussão sem fim: O parto.

Sim, o começo de uma família, de uma nova vida, de tudo, inclusive de gente ditadora de regras. Falo do parto, porque a gestação é um outro momento, com outras emoções, outras tantas histórias que posso contar aqui, mas não é o foco de hoje.

Só posso falar da minha história, porque é a que eu vivi, senti, e que minhas decisões repercutem na minha vida, de mais ninguém da internet, por assim dizer.

Passei a gestação toda do primeiro filho sendo a mais cuidadosa possível. Não passava nervoso, sobrevivi a 3 super gripes sem sequer paracetamol, nada de álcool, comida direitinho (apesar de muita, rs), exames todos ok. Pesquisava semana a semana, nestes sites que grávida adora, cada milímetro que crescia ou cada grama que engordava e não parei para pensar que parto eu teria, simplesmente porque era natural para mim: se entrou, tem que sair e meu corpo não me sinalizou nada sobre qual tipo seria.

Não sou médica, mas tenho discernimento para escolher um bom, e segui as orientações direitinho.

Somente no último ultra a notícia que o cordão estava enrolado. Eu, leiga, achei que não teria problemas em fazer cesária e nem cogitei que daria para ser parto normal e insistir em um risco desconhecido e desnecessário. Pode ter faltado informação sim, mas porque eu vivi minha gestação, mas minha gestação não foi uma obsessão, eu tinha outras coisas para pensar além dela.

Não pensei em nada além de que meu filho, tão amado, viesse em segurança ao mundo. Não sei como é um trabalho de parto, mas se for igual dizem, que é a crise renal que tive, dispenso. Marquei sim, porque meu marido precisava dar uma data para sair de férias para cuidar de mim nos primeiros dias. Ou você acha que o RH dá férias a qualquer momento, assim que a bolsa estoura? Pensei nisso sim. O que seria melhor, um RN com uma recém-mãe com ajuda ou sem? E assim foi.

Em nenhum  momento me senti desrespeitada, ou qualquer coisa negativa, no meu parto, e a primeira imagem do meu filho aqui fora é a melhor emoção e ninguém, nunca, vai tirar de mim. 

Beleza, a rotina de RN é puxada e tal e fiquei na curiosidade de como seria ter um parto normal, mas também não tenho traumas da cirurgia (que muita  mulher tem normal de puro medo de ser cortada e não por causa de consciência etc.)

Engravidei de novo e pensei (sim, eu penso muito) "quem sabe agora, poderia viver a experiência?" A GO já logo falou que tinha o risco da cicatriz da primeira cirurgia romper durante o trabalho de parto, ou seja, teria que ser de novo cesária. Fiquei com cara de "fuén", mas não sofri com isso.

Queria o que, que eu arriscasse ter complicações e com 2 crianças (um RN e um de 1 ano e 8 meses) para eu cuidar, toda ferrada? Claro que avaliei e não quis correr riscos. Falo do que eu considerei risco.  Sei de casos bem-sucedidos, mas isso foi depois e escolhi, sim, não escolheram por mim. Deram a informação e eu decidi.

Não contesto que cesária tem riscos, aliás como toda cirurgia, mas não vejo ninguém questionar outras especialidades médicas e peitar o médico no diagnóstico. Acata-se e pronto.

Os que defendem o parto normal têm argumentos que concordo. Eu queria PN, mas só não transformo isso numa inquisição. Tem gente muito legal, que carrega essa bandeira e que respeito pela coerência. Só acho que o assunto, o foco  é informação, para aquelas que querem engravidar ou ainda estão grávidas, para que tomem suas decisões com a maior quantidade de informações. E se, mesmo assim, escolher a cirurgia sem "precisar" é a vida dela, não a minha.

O que caaaaaaansa é essa coisa sem sentido de paridas e operadas ficarem de picuinhas de que eu sou melhor, mais gostosa, só como orgânico e o principal, a hipocrisia de ficar com dedo apontado para quem muitas vezes a gente mal conhece.

Gente, o que me irrita não é o cabo de guerra de ideias (também, vai), mas a criancice de ficarem praticando a intolerância. Beleza, você teve mais informação que eu e pariu, teve estrutura para isso, seus motivos, ótimo. Mas, isso não te faz melhor que eu, nunca, até porque também não sou melhor que ninguém.

Esse ponto de vista também vale para amamentação, chupeta, andador, escola, roupa e tudo mais que implicar em você falar do outro sem conhecer.

Quem defende a liberdade da escolha tem que respeitar quando a feita pelo outro é diferente da sua opinião. Falar que a outra foi enganada, pode até acontecer, mas saiba de cada contexto antes de falar, porque falar ao léu é subestimar a inteligência alheia, no mínimo. E vou parar por aqui porque  essa história não termina nunca. rs

* Post originalmente escrito no meu blog www.motherfacts.blogspot.com

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